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quinta-feira, 22 de abril de 2010

De fato, existe empreendedorismo no Brasil ? - Parte 1

Há alguns dias eu me inscrevi no prêmio Top Blog 2010 - Blogosfera Sustentável, prêmio do qual o nosso blog ficou entre o TOP 100 do ano passado na categoria Técnologia. Nesse ano estamos nos inscrevendo na categoria Empreendedorismo (que não havia na edição anterior do prêmio), por isso pretendemos melhorar no ranking. Assim que a votação se iniciar eu divulgarei através de um post sobre o prêmio.

O que me chamou a atenção é que há muitos blogs, sites e redes sociais seguinto esse mesmo tema, o empreendedorismo, alguns para divulgar idéias, compartilhar experiências, dar dicas, contar "cases" de sucesso e muito poucos oferecendo oportunidades paraos empreendedores.

O que eu quero dizer é que embora, em cada canto desse país, haja um criativo empreendedor com um ótimo projeto inovador, estão em falta aquelas pessoas que são necessárias para tornar o projeto em reailidade, que são os investidores. Pessoas ou empresas com dinheiro para investir no empreendedorismo nacional, o chamado Capital Venture, Capital Seed, Start up oferecidos pelos Angels Investors...

Se você fizer uma pesquisa rápida na internet, encontrará as seguintes empresas que dão "suporte" ou "investimentos" para os empreendedores:

- São Paulo Anjos
- Criatec
- Finep
- Sebrae
- BNDES
- Diversos Bancos
- Gávea Anjos
- Floripa Anjos
- ABVCAP

Uma lista de várias empresas você poderá encontrar clicando AQUI

Eu vou contar a minha experiência com algumas dessas empresas como argumento para a resposta da pergunta do título desse post
1- São Paulo Anjos: A São Paulo Anjos é uma associação privada, sem fins lucrativos, que tem o propósito de aproximar investidores anjo de empreendedores.
Ela foi criada em Julho de 2007, fruto da iniciativa de um grupo de profissionais interessados em aplicar recursos no capital empreendedor dentro do Estado de São Paulo.
A Associação procura facilitar o acesso dos investidores anjo a empreendimentos nascentes com potenciais de crescimento e valorização diferenciados, bem como, facilitar o acesso de empreendedores aos capitais financeiro e intelectual de que necessitam em sua fase inicial de crescimento.

Bom, quando um empreendedor de SP entra no site e se depara com essa descrição logo pensa: "Achei um lugar onde eu encontrarei investidores, uma empresa sem fins lucrativos que me apresentará aos Anjos Investidores e assim eu poderei mostrar-lhes meu projeto e convencê-los a investir em minha empresa."

Como funciona?

Através do site, você envia seu projeto para ser analisado pela equipe da empresa, os sócios da empresa pagam uma semestralidade, contribuindo financeiramente, assim eles terão acesso aos projetos e poderão asumir investimentos.
Se o seu projeto for aprovado, eles te convidarão para as chamadas Reuniões de Sabatina onde você poderá conversar com eles e detalhas seu projeto, sem nenhuma garantia de confidencialidade, porém você está livre para dizer apenas o que acha necessario para a equipe que estiver na reunião.

Como foi?

Aconteceu do meu projeto ser aprovado através da análise do material entregue pelo site e eu fui chamado para a reunião, agendada para das 10:30h às 11:00h.
Ao chegar lá pontualmente, eles estavam em outra reunião, isso fez com que só me restassem 15 minutos para detalhar um projeto de automação avançado em TI para o setor varejista. Eu havia preparado uma apresentação com duração aproximada de 23 minutos, porém com as perguntas dos ouvintes que interrompiam a apresentação nós não conseguimos chegar nem na metade e fomos dispensados com o aviso que eles entrariam em contato por telefone futuramente.
Saindo de lá, e já com um know how sobre como funciona a cabeça dos "investidores" brasileiros, nós já sabíamos que esse telefonema nunca aconteceria.
Mesmo que a reunião tivesse mais tempo, não seria possível deixa-los por dentro de todo o nosso negócio, pois quando chegamos lá nos acreditávamos que eles já tinham lido o material entregue anteriormente através do site, mas nem todos sabiam do que se tratava o projeto, então a reunião já começava errada.
Na minha opinião, eles não são de fato uma empresa para aproximar investidores dos empreendedores, pois eles não tem investidores reais em sua equipe, pelo menos não tinham naquela época. O que eles queriam, era achar uma empresa iniciante, incubada, para entrarem como sócios em uma start up, tomarem decisões, participarem do negócio, ou seja, investir em recursos intelectuais, e não em capital. Eles focam em tornar-se empresários de sucesso, não investidores.
A meia-apresentação de 15 minutos foi um desastre, pois um deles fazia uma observação irrelevante sobre o tema abordado e o outro dava risada de seus comentários, ou seja, eles mesmo não estavam se entendendo, como nós poderíamos aceitar sócios assim em nosso empreendimento?
Outro levou algumas respostas para o lado pessoal, dizendo que nem todas as inovações são bem aceitas.
Ai eu respondi que concordava, mas que as inovações estão ai para facilitar a vida das pessoas, como por exemplo nos bancos, agora "todo mundo" paga suas contas básicas (água, luz, telefone) através dos caixas eletrônicos, ponto como farmácias e lojas de supermecado ou então pela internet, hoje não precisa mais enfrentar filas enormes somente ara pagar a conta de luz. E então ele respondeu: "Eu não pago, fico na fila!"

A minha visão sobre esse dia é de que eles possuem um modelo de negócio legal, com uma idéia produtiva para conseguirem encontrar um bom negócio e dar um start up. Porém falta acreditar mais no empreendedor, deixar as competências técnicas para o idealizador do projeto, e nunca, jamais, levar o projeto para o lado pessoal, porque é assim mesmo, as inovações estão ai para quebrar tradições, mudar os costumes e enfrentar a concorrência. Realmente não é facil para o seu José da mercearia aceitar que ele precisa colocar uma maquina de cartão de crédito com TEF em sua loja tradicional com bom relacionamento com a vizinhança, mas se ele não aceitar as novidades tecnológicas ele será engolido pela concorrência, no mundo dos negócios não pode existir tradições e costumes na logística dos projetos.

Hoje, após dois anos dessa experiência eu só tenho uma coisa a pensar: "ainda bem que nós não aguardamos esse telefonema".

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Fortune: Wal Mart volta a ser a maior empresa dos Estados Unidos


A rede varejista norte-americana Wal-Mart superou a petrolífera ExxonMobil e voltou a ser a maior empresa dos Estados Unidos, segundo ranking anual publicado pela revista Fortune. O Wal-Mart lidera a lista Fortune 500 deste ano depois de registrar faturamento de US$ 408,2 bilhões em 2009. Na segunda colocação, a ExxonMobill faturou US$ 284,6 bilhões no ano passado. Outra petrolífera, a Chevron, aparece no terceiro lugar, com faturamento de US$ 163,5 bilhões.



As dez primeiras posições são completadas por General Electric, Bank of America, ConocoPhillips, AT&T, Ford Motor, JPMorgan Chase e Hewlett-Packard.

Ainda de acordo com o ranking, o lucro das 500 maiores empresas dos Estados Unidos somou US$ 391 bilhões no ano passado, contra US$ 90 bilhões em 2008, um salto de 335%. O resultado do ano passado foi o segundo melhor da história do ranking Fortune 500, atrás apenas de 2003. O ranking é elaborado desde 1955.

No entanto, as maiores empresas norte-americanas cortaram 821 mil postos de trabalho no ano passado - o maior corte da história do ranking. As informações são do site da Fortune na internet.





quinta-feira, 1 de abril de 2010

O comportamento do varejo: Aquisiçoes, uma anáise crítica.

A tendência continua, pequenas, médias e gigantes redes varejistas continuam suas aquisições ou estão se fundindo tornando-se maiores, rumo ao monopólio?
Não, monopólio no varejo é impossível, mas as empresas estão caminhando, na minha opinião, par aum beco sem saída.
Fundir-se com outro grupo traz uma ilusão de que você não será engolido pelas multinacionais, ou pelas gigantes líderes do setor.

Vamos analisar algumas que ocorreram ultimamente:

1- Grupo Pãode Açucar compra ASSAI, Sendas e Ponto Frio e logo depois fundi suas operações com a gigante Casas Bahia:

2- Ricardo Eletro se une com Lojas Insinuante

3- Sadia se funde com Perdigão, formam a Brasil Foods.

4- IBMEC e IBTA se fundem.

5- RGM do Brasil e Infosaúde formam a Cia Salux.

6- Americanas.com e Submarino.com também estão juntas.


O Grupo pão de Açucar não está tão bem assim para sair comprando empresas, o varejo brasileiro mesmo estando crescendo a cada ano cerca de 5% nos resultados trimestrais, ainda possui uma baixa margem de lucro se comparado com o varejo de primeiro mundo (1,8% no Brasil, 4,3% nos Estados Unidos, 3% na Europa)

O que acontece com o grupo é que sabem que a Gigante Varejista Wal Mart já anunciou investimentos de U$ 10 bilhões para o mercado brasileiro, ou seja, pretendem se tornar líder aqui e engolir a concorrência, já prepararam o controle da rede Carrefour no País e estão a cada ano ampliando sua área de influencia, isso assuta as empresas nacionais, que estão comprando e se fundindo para tentar suportar o baque, porém, achando que os problemas serão solucionados de forma simples, por exemplo, comprando uma rede que tem uma boa média, abateria seus resultados nos problemas da rede principal, e melhoraria a média de faturamento, com impostos mais baratos, etc.
Eu creio que isso não faz diferença alguma quando trata-se de enfrentar as maiores empresas do mundo frente-a-frente.

Fundir empresas concorrentes não muda para as multinacionais, o cenário global continua o mesmo, as vezes só muda o nome da empresa, mas são os mesmos resultados, os mesmos lucros, funcionários, sócios, etc. para o cenário geral do setor continua o mesmo gráfico de resultados.

Americanas.com e Submarino continuam vendendo o esperado, eram e ainda são empresas concorrentes, porém os lucros vão para o memso grupo, é como a Ambev que é dona das marcas, Brahma, Skol, Antartica. São cervejas concorrentes, que se diferenciam pelo preço e pela publicidade focada em píblicos diferenciados, mas no final as vendas continuam as mesmas, para a mesma empresa. se fossem tres empresas diferentes não mudaria o cenário para uma quarta que quisesse entrar na briga.

A solução está em investir sem medo na inovação tecnológica, aquelas que melhoram as vendas,satisfazem os clientes, dá aquilo que você procura e ainda, de lambuja, reduz seus custos significativamente.
Sair comprando desenfreadamente empresas do mesmo setor com dinheiro do BNDS ou de investidores de fora definitivamente não é uma solução prática, pois a empresa não se torna mais forte, perde o valor de suas marcas perante à clientela e abre ainda mais uma porta para a concorrência esmagadora.

Um cliente que prefere a Sadia à Perdigão pensará agora que todos os produtos com o selo Sadia terão um toque da Perdigão e vice-versa.

Onde está a criatividade dos consagrados empreendedores brasileiros, ficaram para trás na era analógica?

Quem discorda, aguarde até 2012 para analisar o cenário varejista nacional.

Lojas Insinuante funde-se com Ricardo Eletro, de Minas

É a vez da rede que se tornou conhecida por muitos através de sua publicidade mostrada aos sábados no Caldeirão do Huck, apresentado por Luciano Huck na TV Globo, a Mineira Ricardo Eletro.


As redes de móveis e eletrodomésticos Insinuante, da Bahia, e Ricardo Eletro, de Minas Gerais, devem anunciar entre hoje, segunda-feira, 29, e amanhã, 30, a união de suas operações. Juntas, as empresas devem ampliar seus negócios no Nordeste, no Rio de Janeiro e no interior de São Paulo.

A nova empresa terá 480 lojas espalhadas em 17 Estados do país. Com faturamento de R$ 4,6 bilhões anuais, a Insinuante/Ricardo Eletro deverá ser maior do que o Magazine Luiza (faturamento de R$ 3,8 bilhões no ano passado), que ocupa a segunda colocação no ranking do varejo no país, atrás de Pão de Açúcar/Casas Bahia.

O controle deverá ser dividido entre as duas redes -cada uma possuirá 50% de participação. Ricardo Nunes, dono da Ricardo Eletro, deve comandar a nova companhia. Luis Carlos Batista, da Insinuante, fica no conselho de administração.

No ano passado, Nunes disse que seu objetivo era consolidar e não vender a empresa. A rede montou um centro de distribuição em São Paulo e previa abrir mais 50 lojas no interior do Rio de Janeiro em 2010. O faturamento da rede no ano passado foi da ordem de R$ 2,1 bilhões, o que representou um aumento de 28% sobre 2008.

A decisão de fundir as duas redes ocorreu após o negócio entre o grupo Pão de Açúcar e as Casas Bahia no ano passado. Parceira do BTG Pactual, de André Esteves, a Insinuante foi uma das finalistas para a compra das Casas Bahia.

Fundada em 1959 em Vitória da Conquista, no interior da Bahia, a Insinuante, que começou suas operações com o comércio de calçados, tem cerca de 220 lojas. A Ricardo Eletro, fundada em 1989 em Divinópolis (MG) pelos irmãos Ricardo e Rodrigo Nunes, possui cerca de 240 lojas no país e emprega cerca de 8.000 pessoas.

A concentração no varejo, principalmente após o negócio entre Pão de Açúcar e Casas Bahia, estimula a fusão de redes menores, segundo consultores de varejo. A indústria é contrária ao movimento porque perde poder de negociação e fica nas mãos de grandes clientes.





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