O Valor de uma Ideia Genial

Você já teve alguma idéia genial?

Mundo: A Farsa do Crescimento Chinês

Parece cena de seriado, as cidades fantasmas que a China levanta para manipular o PIB do país

Luxo: Conheça tudo sobre a casa mais cara dos Estados Unidos

A vida das pessoas mais ricas do mundo estão aqui no blog para você conhecer de perto.

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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Feliz Natal e Feliz ano Novo a Todos os Leitores do Blog Colunas de Hércules





Voltaremos em Janeiro com novas postagens.



terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Conheça os dez mais ricos do Brasil.

Só para dar uma lista Top 10, pois faz tempo que não publico listas, vamos aos dez mais ricos do Brazil segundo a lista da Forbes - Todos Bilionários - Valores em Dólar



1- Eike Batista – (Grupo EBX) – US$ 7,5 Bilhões

2 – Joseph Safra – (Banco Safra) – US$ 7 Bilhões

3 - Jorge Paulo Lemann – (GP Investimentos) – US$ 5,3 Bilhões

4 - Aloysio de Andrade Faria – (Banco Alfa) – US$ 3,1 Bilhões

5 – Dorothea Steinbruck – (CSN) – US$ 3 bilhões)

6 – Antonio Ermirio de Moraes – (Votorantin) – US$ 2,8 Bilhões

7 – Marcel Herman Telles – (InBev – US$ 2,4 Bilhão)

8 – Moise Safra – (Banco Safra) – US$ 2,1 Bilhões

9 – Carlos Alberto Sicupira – (Inbev) - US$ 2,1 bilhões)

10 – Abilio dos Santos Diniz (Pão de Açucar – US$ 1,5 Bilhão)

Ainda segundo a Forbes, só existem 12 bilionários no Brasil.

Mas não desanime, quando trata-se de milionários o brasileiro poderá ficar otimista após ler os seguintes dados:

1 - O Brasil possui 131 mil milionários, ou seja, pessoas com pelo menos 1 milhão de dólares.

2 - Foi um dos países menos afetados pela crise financeira, com queda de aproximadamente 8% no número de milionários.

3- Em 2008 surgiram novos 167 milionários por dia no Brasil

4- É mais fácil você se tornar milionário do que levar um tiro de bala perdida no Brasil.

5- Se você ainda duvida, saiba que somente na semana passada a Mega-Sena tornou 14 mineiros os mais novos milionários do país.


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É melhor ser esperto que ter sorte.


1 - Faz seis anos que trabalho na mesma empresa, mas não vejo muitas oportunidades para mim aqui. Na semana passada, um conhecido me ofereceu um emprego em sua empresa. A função proposta não é exatamente na minha área de atuação e não ficou muito claro o que ele espera de mim nesse novo cargo, mas mesmo assim a oferta me pareceu interessante. Devo aceitá-la? (Anônimo, Weyne, Pensilvânia)


Essa nova oportunidade lhe pareceu interessante ou apenas diferente? A pergunta se explica porque fez soar um alarme por aqui.
Não temos nada contra ofertas “interessantes”. Nada disso. O problema é que já vimos muita gente arrumar emprego novo só para se livrar do velho.



A estratégia pode dar certo. Todos nós já ouvimos histórias de gente cuja carreira é fruto de uma mudança espontânea. De modo geral, porém, em se tratando de bem administrar sua carreira, o que vale é a seguinte máxima: é melhor ser esperto que ter sorte.

Quando dizemos “esperto”, queremos dizer “informado” — o que não é exatamente o seu caso neste momento. Você está apenas curioso, provavelmente porque está um pouco chateado ou frustrado em seu emprego atual. Talvez você trabalhe para uma empresa familiar e tenha alcançado o posto mais próximo possível da ante-sala do alto escalão. Ou talvez sua empresa não esteja crescendo. Qualquer que seja a situação, ela agora é irrelevante. O que importa é que você parece disposto a dar um salto antes de analisar muito bem onde vai cair.

Não faça isso — não sem antes avaliar devidamente o passo que pretende dar.

Comece pela oportunidade. Para nós ela parece um pouco confusa, já que você não conhece muito bem a área em questão. O mais preocupante, porém, é que seu papel não parece muito definido. É como se seu conhecido estivesse lhe dizendo: “Veremos do que se trata depois que você estiver lá”. Diante disso, só temos uma coisa a lhe dizer: não caia nessa.

Não há praticamente nada mais frustrante em administração do que ter responsabilidade sem autoridade. Seu novo chefe — seja ele seu conhecido ou não — sem dúvida alguma vai exigir resultados de você o mais breve possível. Sem uma função claramente definida, você estará em apuros. Talvez você não consiga, por exemplo, fazer contratações ou gastar no que gostaria. Seus colegas de trabalho poderão até mesmo tratá-lo com indiferença. Quem é você afinal?
Nada ilustra melhor essa dinâmica do que a história contada por Cathie Black em seu fantástico livro de memórias Basic Black (Rumo ao Topo, na edição em português). Depois de um ano sendo cortejada pelo fundador do jornal USA Today, Al Neuharth, Cathie finalmente aceitou a presidência da empresa, em 1983. Em seu primeiro dia de trabalho, ela conta que se sentiu humilhada quando um executivo da área de marketing se aproximou e lhe disse: “Queria apenas que você soubesse desde já que não pretendo lhe dar satisfação alguma sobre o meu trabalho”. Segundo Cathie, um sentimento ruim tomou conta dela e só então ela se deu conta de que havia cometido um erro clássico: nunca especificou, por escrito, quem deveria se reportar a ela e quais seriam suas funções. Foram necessários alguns meses para que ela pusesse as coisas em ordem no USA Today. Como todos sabem, porém, a história de sua longa permanência no jornal teve um final muito feliz.
O mesmo tipo de problema enfrentado por Cathie pode acontecer com você em seu novo emprego se os detalhes importantes não forem discutidos antes de aceitar a proposta. Existe ainda um segundo aspecto que você não pode ignorar, e que diz respeito aos valores. Certifique-se de que essa nova oportunidade que estão lhe oferecendo não tenha parecido atraente pelo motivo errado — estamos falando de dinheiro e prestígio. Não há nada de errado em aceitar um emprego de alguém que lhe oferece um salário melhor ou que contribua ainda mais para fortalecer sua reputação. No entanto, muitas vezes empregos desse tipo cobram um preço muito alto do seu futuro imediato, para não falar do seu orgulho e da sua autenticidade.

Temos um amigo que aceitou uma proposta inesperada por causa do título que lhe seria conferido — vice-presidente —, além de um aumento de 25 000 dólares no salário. Infelizmente, ele veio a se tornar o bode expiatório de uma empresa em franca decadência. Outro amigo, jogador profissional de golfe, deixou o emprego que tinha em um clube simpático seduzido pelo glamour de um clube chique e famoso. No entanto, logo passou de sócio a funcionário, e era tratado pelos outros membros como pouco mais do que um agendador de horários. No clube pequeno, sua mulher tinha cargo de gerência e também jogava. No clube grande, cuidava da organização dos tacos e sacolas de golfe. Aquele jogador profissional havia pressentido que esse seria exatamente o seu fim. No entanto, deixou que os elogios e a admiração dos amigos falassem mais alto do que a voz da dúvida que tinha na cabeça.

É claro que a oferta que lhe fizeram pode se tornar a realização dos seus sonhos. Talvez ela expulse a monotonia e traga mágica para a sua vida. Contudo, não dê o passo decisivo sem antes analisar friamente a nova empresa no que ela tem de transparência e de objetividade. Olhe também para dentro de si mesmo e busque no fundo do seu coração algum sinal de que a mudança vale as conseqüências.


Classe C quer cartão de crédito sem 'rótulo de pobreza'.

Mais um post sobre o setor que eu gosto de comentar aqui: O Varejo.

Bancos e companhias de cartão se aproximam do público de baixa renda.

Visa e Mastercard apostam em cartões de lojas para crescer no segmento.

Não precisa de pesquisa para saber disso, ninguem quer ser rotulado como pobre, todos querem ser tratados com igualdade, seja nas ruas independente de seus trajes, na empresa independente de seu cargo e nas lojas independente de seu cartão de crédito.
Dados recentes mostram que a classe C tem crescido em tamanho e conquistado maior renda no Brasil. Essas mudanças não passaram despercebidas entre bancos e empresas de cartão de crédito, que elegeram esse público como novo alvo de suas estratégias, principalmente o setor varejista, o qual essa classe representa a maioria dos clientes.


O objetivo é oferecer cada vez mais créditos a essa classe, levar empresas financeiras para as periferias. Levar agências para dentro das comunidades e não oferecer produtos que remetam à pobreza são algumas das estratégias para conquistar os novos clientes.
Bradesco, por exemplo, abriu no mês passado uma agência na favela de Heliópolis, na zona sul de São Paulo; o banco tem presença na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, desde 2007.

“Esse público tem uma mobilidade social muito visível. Estamos trabalhando para estar o mais perto possível dos nossos clientes e futuros clientes”, diz Odair Rebelato, diretor executivo do Bradesco.

De acordo com o executivo, ter a agência dentro das comunidades “ajuda demais” o banco a conquistar novos clientes para um produto que cresce muito na classe C: o cartão de crédito. No entanto, o Bradesco não oferece produtos diferenciados para o grupo. “Ninguém quer ser rotulado de pobre. Eles querem um cartão igual ao que todo mundo tem, mas que caiba no seu orçamento”, diz o executivo.

Visa e Mastercard, duas maiores bandeiras de cartão de crédito no país, têm estratégias semelhantes. “Nas nossas pesquisas, ouvimos dos clientes: ‘eu não quero um cartão que eu tire da carteira e a pessoa já veja que eu sou pobre’. Elas querem ter um cartão tradicional, não um ‘Visa de pobre’”, diz Felipe Maffei, diretor de produtos da Visa. Para chegar à classe C, o caminho da Visa passou por cartões que a classe C já tinha na carteira: os de lojas de varejo. “Mas esses cartões têm um benefício restrito, porque a pessoa usa na loja para financiar uma compra e depois fica esquecido. Então começamos a colocar a bandeira Visa neste cartão e isso amplia, a pessoa passa a poder usar em 1,6 milhão de estabelecimentos no país”, diz Maffei.
O cartão para a classe C tem outra diferença em relação aos produtos voltados para a alta renda: “esse público não está buscando um produto sofisticado, com milhas e prêmios. Eles querem um meio de pagamento e de financiamento”, afirma o executivo da Visa.

De acordo com Erick Luiz, vice-presidente de produtos para mercado de massa da Mastercard, o oferecimento do cartão de crédito por meio de redes de varejo é a forma que a empresa encontrou de "flexibilizar" o produto. Na classe C, diz ele, o vínculo do cliente com uma grande loja – como é o caso da rede de confecções Marisa, parceira da Mastercard – é maior do que com o ambiente mais tradicional do banco.
O executivo afirma que, por ter um contato mais próximo com o cliente, o varejo tem mais informações sobre a estrutura de renda e necessidades de crédito da classe C. Luiz diz que o cartão com bandeira, que pode ser usado em diversos estabelecimentos, é um meio de fidelização à disposição do varejista, que pode ganhar a preferência do consumidor na hora da decisão sobre uma próxima compra.

Além disso, o executivo diz que o cadastro positivo é uma ferramenta que ajudará a melhorar a concessão de crédito para a nova classe média, que tem mais pessoas com renda ocasional e não-comprovada. "Já usamos esse cadastro. Pegamos informações sobre contas de água, luz, que ele primeiro consome e depois paga, e vemos o comportamento desses pagamentos."

Agências

De acordo com Rebelato, as agências do banco em comunidades como Rocinha e Heliópolis ajudam também a se aproximar dos empreendedores do local, que geralmente são também moradores do bairro.
“Por estar mais próximo, o gerente orienta, tem uma relação próxima com os comerciantes, começa a conhecer as necessidades dele, pode até ajudar na formalização do negócio”, diz o executivo. “Muitas vezes um empréstimo de R$ 1.000, R$ 2.000, para a necessidade dele é mais do que suficiente. Assim o comerciante vende mais e gera alguns empregos.”

Os clientes pessoas físicas, segundo Rebelato, também são “mais tomadores do que doadores” de recursos ao banco. “Mas nossas pesquisas mostram que 84% dos clientes de baixa renda já têm algum dinheiro guardado”, diz ele.
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

"O bom líder é generoso", diz Welch

Para o lendário CEO da GE, executivos têm que se preocupar com seus funcionários e saber recompensá-los




Jack Welch quer ser lembrado como o homem que construiu e trabalhou anos a fio com uma das melhores equipes já montadas na história do mundo corporativo. Aos 74 anos, não é exagero dizer que o lendário CEO da GE conseguiu o feito. Durante os 20 anos em que o executivo americano dirigiu a General Eletric (1981-2001), ela viu seu valor de mercado passar de US$ 13 bilhões para US$ 400 bilhões. Hoje, Welch é autor de best-sellers e seu nome é presença constante nas escolas de negócios no globo todo.


Construir equipes talentosas como a que Welch dirigiu é um dos principais desafios empresariais. Com a serenidade de quem acumula décadas de experiência, ele indica um dos principais fatores para a formação de bons times. “Um líder precisa ser generoso. Ele tem que se preocupar com seus funcionários e com suas famílias. Ele não pode ser mão de vaca. Um bom líder deve adorar dar promoções e aumentos de salário”, disse Welch, em videoconferência concedida nesta segunda-feira (30/11), na ExpoManagement 2009, evento promovido pela HSM, em São Paulo.

“Se você não tem prazer em dar aumento aos seus funcionários, que tipo de profissional é você? Você provavelmente deve estar infeliz consigo mesmo. Depois de cinco anos como CEO da GE, eu já tinha conseguido tudo o que queria. Foi muito bom ver os funcionários crescerem, melhorarem e conquistarem seus objetivos”, completou.

Para o americano, os bons profissionais não querem mais trabalhar em empresas que não se importem com eles e que não levem em conta critérios de meritocracia. Esse cenário só aumenta a importância do setor de RH das companhias, injustamente desmerecido, segundo Welch.

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Curiosidades sobre a Microsoft - Empresa de Bill Gates



Esse rapaz da foto acima é somente homem mais rico do mundo, segundo a Forbes, William (Bill) H. Gates, possui uma fortuna de U$ 50 Bilhões e lidera a Lista dos Homens mais Ricos do Mundo.
Ele teve visão, se arriscou, contou com um pouco de sorte e muito trabalho e competência para chegar onde chegou. As críticas ao seu produto mais famoso o Windows são justificadas, mas o mundo é dele!
Nesse exato momento eu estou utilizando pelo menos 6 produtos de sua empresa, o S.O. Windows Vista Home Premium, MS-Word, MS-Power Point, Corel Draw, Windows Live Messenger e por fim o meu Mouse Microsoft Wireless 4000. Nós as vezes nem percebemos, mas todos fazemos o Bill cada vez ficar mais rico, ele é O Cara, sabe ganhar dinheiro.

Vamos à mais algumas curiosidades sobre a empresa.



1. A logomarca da Microsoft acima deu lugar à atual em 1987. Os funcionários queriam que essa logomarca continuasse, mas Bill Gates acabou decidindo pela atual.

2. Há 40 anos, em 1965, um drive 2311 custava o equivalente a US$ 2.057 por Mb. Em 1951, o custo de armazenagem era de US$300/Mb. Em 2003, caiu para US$ 0,005 - meio centavo de dólar.
 
3. No ano de 2005, os funcionários da Microsoft mundial voaram 937 milhões milhas aéreas. Isso equivale a cinco viagens de ida e volta ao Sol ou 85 minutos de deslocamento à velocidade da luz.
 
4. O empregado mais novo da Microsoft tem 18 anos; o mais velho, 74.
 
5. Existem mais de 2 mil blogs de funcionários da empresa.




6. Mais de 3 milhões de e-mails internos são trocados diariamente entre funcionários.

7. Aproximadamente 42 milhões de latinhas de refrigerante foram consumidas pelos empregados da Microsoft desde 1978. Neste ano a empresa inaugurou a tradição de oferecer refrigerante de graça para os seus funcionários.

8. As instalações da empresa ocupam 1.863.731 metros quadrados distribuídos em 464 imóveis, sendo 833.864 metros quadrados em edificações próprias.

9. A Microsoft começou com dois funcionários: Bill Gates e Paul Allen. Hoje, emprega 59.947 pessoas em 80 países, sendo 38.336 nos Estados Unidos, onde 75% da equipe é do sexo masculino.

10. O grupo de empregados com mais de 20 anos de casa, conhecido informalmente como 20-Year Club, conta atualmente com 71 integrantes, número que vem aumentando constantemente.

11. A musiquinha de entrada do Windows foi criada pelo compositor Brian Eno. O pedido da agência requisitava um som "inspirador, universal, otimista, futurista, sentimental..." de 3,25 segundos. Eno testou 84 sons até chegar ao definitivo.

12. Bill Gates comprou o DOS, que na época se chamava QDOS (Quick and Dirty Operation System), do programador de Seatlle Tim Paterson por 50.000 doláres e o batizou MS-DOS

13. A Microsoft foi fundada em 1975 com o objetivo de desenvolver e comercializar interpretadores da linguagem de programação BASIC.

14. A Microsoft sofre processos diversos desde 1998. Uma grande parte destes processos foram movidos não por empresas e governos, mas por usuários de computadores nos Estados Unidos.

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A importancia de uma boa Logomarca (Logotipo, Logotype, Symbol) - Marketing

Um tema que muito me agrada é o "Marketing" a estratégiade convencer o seu público alvo a agir da maneira que você gostaria, seja comprando seus produtos, usando eles, vendendo-os ou apenas falando sobre o seu negócio em uma roda de amigos.




O Marketing é a alma do negócio, como diz aquela famosa frase:

"Marketing é algo muito importante para deixar nas mãos do departamento de Marketing"


 Bom, eu não vou falar hoje sobre a importancia do marketing em uma empresa, sobre o que fazer, estratégias de publicidade, teorias e conceitos, teses, etc... Fica pra um outro dia as minhas idéias sobre propaganda. Porém eu gostaria de falar sobre uma curiosa história de uma importante ferramenta utilizada por TODAS as empresas do mundo em relação à marketing: A Logomarca.
 
De onde surgiu a idéia de criar um desenho, fonte, imagem, uma arte qualquer que caracterisa toda a história da empresa, seus ideais e fazer da marca, única em reconhecimento pelos clientes?
 
Bom de onde surgiu eu ainda não concegui achar em minhas pesquisas, quando souber eu conto. Mas que esse artifício publicitário é muito improtante, ninguem duvida.
 
Vamos do inicio...
 
Logomarca é um neologismo usado de forma empírica e genérica, para designar logotipo, símbolo ou marca, sem que haja consenso nem precisão absoluta ao que ele se refere, se apenas ao símbolo, ao logotipo ou ao sinal misto (combinação de ambos). O seu uso está popularizado no Brasil e o termo consta do dicionário Aurélio e é considerado correto pela Lingüística. No entanto, o termo é visto como inadequado por diversos designers por não possuir a necessária precisão.


Em seu livro "O Efeito Multiplicador do Design", a designer Ana Luísa Escorel discute o termo logomarca. Ela lembra que a palavra logos, vem do grego significando conhecimento e também palavra. E, embora a etimologia coloque como correlato mais apurado de logos em português os termos estudo ou lógica, a designer afirma que logomarca significa “palavra-marca” o que, na opinião dela, não faz sentido. Ela defende ainda que os brasileiros deveriam adotar os termos utilizados no resto do mundo. Seria Logotype, Logo ou Symbol.

Deixando essas definições de lado, vamos ao que interessa: Business.



Logos modificadas: Não tem como enganar :)


A MARCA de uma empresa, produto ou projeto é o maior patrimônio de um negócio bem sucedido. Por isso é importante saber como criá-la e utilizá-la de maneira inteligente, criativa, coerente e funcional. A aplicação destes valores nos materiais gráficos e publicitários deste negócio estabelecerá uma Identidade Visual distinta, uma IMAGEM própria e particular. E essa IMAGEM promoverá a fixação da marca na memória dos clientes e do público alvo.

"Raramente se tem uma segunda chance de causar uma boa primeira impressão"

Robert Wong quando disse essa frase, certamente não pensava apenas em um veiculo de primeiro contato; Causar boa impressão é imprescindível a qualquer relação, seja profissional ou não. Quando há a possibilidade de contato pessoal, temos várias formas de fazer com que o saldo dessa impressão seja positivo; estar preparado, passar confiança, estar adequadamente vestido e estruturado, são alguns exemplos de como podemos causar essa boa primeria impressão, mas e quando uma imagem fica responsável por tudo isso? É possível uma Identidade Visual representar preparo, confiança, adequadamente "vestida" (DESIGN) e que fundamentalmente passe tudo que alguém bem preparado poderia transmitir?


Sim, ou melhor, deve fazer esse papel, a Identidade Visual, em seu próprio significado expressa isso: conjunto de elementos gráficos que representam visualmente, e de forma sistematizada, um nome, idéia, produto, empresa, instituição ou serviço. Esse conjunto de elementos é o que chamamos de Logotipo, um Símbolo gráfico e conjunto de cores.


Logo Tora Tora : http://www.toratora.com.br/


A responsabilidade para desenvolvimento de logotipo, marca, logomarca, deve ser depositada em profissionais capacitados, com a participação indispensável dos representantes da empresa, pois ninguém entende mais do negócio do que eles, para que consigam transmitir com a imagem estes elementos, que ajam mais ou menos como as roupas e as formas das pessoas se comportarem. Devem informar, substancialmente, à primeira vista. Estabelecer com quem os vê um nível ideal de comunicação.

O desenvolvimento de um Logotipo trata-se de um investimento imprescindível, principalmente quando não dispomos de grandes investimentos para comunicar, justificar e apresentar essa Marca. Por exemplo, como poderíamos imaginar se não fossem os investimentos em mídia ao longo de anos, que a NIKE é uma empresa que vende material esportivo? Embora seja uma das pioneiras com qualidade e aceitação incontestáveis, a marca não comunica nada mais do que ela mesma e a menos que disponha de investimento similar em publicidade à logomarca da empresa deve ser muito mais comunicativa, mesmo que seja simples.

Está comunicação ganha força com o crescimento acelerado do uso da internet, a necessidade das empresas em se atualizar e oferecer atendimento on-line, que não seja pessoal, o Logotipo, site e toda comunicação Visual são determinantes no processo. O logotipo é como assinatura institucional, a representação gráfica da marca. Por isso ela deverá aparecer em todas as peças gráficas feitas para a empresa. Como toda assinatura, o logotipo deverá seguir um padrão Visual que a torna reconhecida onde quer que ela seja estampada para dispersão e aceitação.

Por isso desenvolver, bem como, usar corretamente o logotipo é uma das ações obrigatórias para o reforço da imagem, personalidade e sucesso da empresa.


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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

União de Pão de Açúcar e Casas Bahia precisa de aprovação do Cade: entenda

Redes anunciaram acordo de fusão nesta sexta-feira.
Em junho, grupo de Abílio Diniz tinha anunciado compra da rede Ponto Frio.



O acordo de fusão entre o grupo Pão de Açúcar e a Casas Bahia, anunciado nesta sexta-feira (5), precisa de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para se tornar realidade. O órgão é o responsável no Brasil por garantir a concorrência entre as empresas no Brasil.
O objetivo é garantir que a união das operações das Casas Bahia, Extra Eletro e Ponto Frio não vá resultar em prejuízos ao consumidor, como aumento excessivo de preços e juros ou queda na qualidade dos serviços.


A partir do momento em que assinam o contrato de fusão, as duas empresas têm 15 dias para informar o órgão e requerer a aprovação da operação. Ao fim da análise, o Cade terá três possibilidades de decisão: a fusão pode ser aprovada, reprovada, ou aprovada com condições

Concorrência desleal?

Na opinião de especialistas consultados pelo G1, a semelhança entre os negócios da Casas Bahia e Ponto Frio é o ponto que deve gerar mais obstáculos para a aprovação do conselho, que deve impor algumas restrições antes de dar seu aval ao negócio.
Isso porque as duas empresas têm presença forte nos setores de eletrodomésticos e linha branca, além de forte concessão de crédito. Não há consenso, no entanto, sobre se a nova operação será benéfica ou não para o consumidor.

“Os negócios da Casas Bahia e do Ponto Frio são idênticos. Eles vão ter que mostrar muitos benefícios para o mercado comprador, porque a princípio não é justificável”, afirma o advogado especialista em direito concorrencial, Paulo Augusto Silva Novaes.
De acordo com a lei, fusões ou aquisições entre empresas são aceitáveis desde que tenham negócios complementares. “No caso da Casas Bahia e o Pão de Açúcar, por exemplo, estaria tudo bem: porque um vende mais linha branca e o outro é supermercado”, diz.
Para Novaes, tanta concentração pode resultar taxas de juros mais caras nos financiamentos oferecidos tanto por Casas Bahia quanto pelo Ponto Frio.

“O risco imediato é o de que o custo do crédito fique mais caro, o que é normal em caso de mercado concentrado. O Brasil já é concentrado no mercado de bancos, o que é uma das razões pelas quais os juros no Brasil são tão altos”, afirma.

Produtos baratos

Já o professor especialista em empresas Marcos Morita, da Faculdade Mackenzie, acredita que o aumento de “poder” por parte do grupo pode se reverter em maior capacidade de barganha e produtos mais baratos.
“É papel do Cade avaliar esse poder de concentração, mas eu sou otimista. Eu acho que com essa fusão eles ganham poder muito grande para negociar com os fornecedores. Se eu fosse fabricante de linha branca ou eletro eu estaria preocupado”, afirma o especialista.
Para Morita, o Cade deve restringir alguns pontos do negócio para evitar domínio excessivo do mercado por parte do Grupo Pão de Açúcar. “O Cade pode colocar algumas travas para evitar que isso aconteça. Como fez com a Sadia e Perdigão, por exemplo, em que só foi permitida a união das operações financeiras e não das marcas, por exemplo”.

De acordo com previsão da secretária de Direito Econômico do Ministério da Justiça, Mariana Tavares, ainda não há razão para preocupação sobre os efeitos da fusão para o consumidor. "Vamos ver se é uma empresa mais eficiente ou se deterá poder de mercado em excesso", afirmou ela.




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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Detalhes da Cultura de Inovação da 3M

Uma das empresas mais inovadoras do mundo, a 3M dá aula quando o assunto é inovação. A reputação da companhia é reconhecida no mundo todo por seus mais de 20 mil produtos que mudaram a vida das pessoas, a maioria fruto de estudos científicos, de observação do consumidor, ou por puro descuido mesmo, como o caso do post-it que era uma cola que não colava e se tornou um produto com faturamento de US$ 2 bilhões anuais.


A inovação pode estar em pequenos detalhes ou em grandes investimentos. O sucesso, entretanto, é para poucos. Segundo estimativa de especialistas, a cada três mil ideias, apenas uma gera resultados positivos. Como chegar até ela? Segundo a Cultura da 3M, é preciso ter pessoas competentes que tenham poder de decisão, segmentação e foco. “Liderança é um dos principais ingredientes para uma empresa inovadora”, aponta Luiz Eduardo Serafim, Gerente de Marketing Corporativo da 3M.

Para a 3M, inovar só faz sentindo se tiver impacto positivo na vida das pessoas. “Precisa ter significado para o consumidor. Precisa fazer a vida das pessoas melhor”, ressalta Serafim durante a HSM Expomanagement 2009. A Cultura de Inovação 3M dá importância à qualidade, ouve o cliente, tem uma visão de excelência em tecnologia e dá liberdade individual para criar. “A empresa tem que optar crescer pela inovação”, completa.

Pessoas no centro da inovação


O modelo de gestão da inovação da 3M é comprometido com o longo prazo. Para a empresa, inovação não é apenas produto, é um modelo de negócios. “Uma única inovação não garante o sucesso. Os concorrentes estão frequentemente copiando e evoluindo”. No mantra da companhia, inovação sustentável requer uma cultura intrínseca à empresa.

“Essa cultura proporciona inovação?”, pergunta Serafim. “Os líderes foram orientados para inovar?”. Na 3M, há uma ampla rede de conhecimento interno que proporciona a inovação, com fóruns e encontros permanentes envolvendo todos os stakeholders da marca. O Marketing, além de desenvolver produtos, é responsável por levar insights para toda a companhia.

A 3M tem mais de sete mil pesquisadores no mundo, três mil fora dos Estados Unidos. No Brasil, há 111 pessoas dedicadas à Pesquisa & Desenvolvimento, responsáveis pelo lançamento de 102 novos produtos em 2008. A meta da companhia é de que 40% das vendas de todos os anos venham da concepção de novos produtos. A empresa tem mais de 45 mil patentes registradas e produtos como o post-it, que são líderes em sua categoria e viraram sinônimo de marca, como o durex.

10 mandamentos para promover a inovação, segundo a 3M

1 - Reconheça os mais criativos

Recompense a criatividade de forma concreta e definitiva.
Reconheça a criatividade abaixo da linha de gerência.
Encoraje os subordinados a recompensar a criatividade.

2 - Assuma riscos consideráveis

Somente riscos altos trazem retornos satisfatórios.
Muitas ideias deixam de ser absurdas quando analisadas por outro ponto de vista.
Assuma e deixe que outros assumam riscos, tolerando erros provenientes de um esforço honestamente criativo. Em geral, são eles que trazem grandes retornos.

3 - Vença os obstáculos e não se deixe vencer

Obstáculos são inerentes ao processo criativo.
Obstáculos são vencidos pela perseverança.
Aceite as perdas de curto prazo para ter ganhos a longo prazo.
Ideias criativas não se vendem facilmente. Seja perseverante na defesa de suas ideias ou propostas.

4 - Pense a longo prazo

O preço de resultados a curto prazo é a perda da inovação.
Tenha duas estratégias separadas – curto prazo e longo prazo.
Não sacrifique a pesquisa básica em função da aplicada.
Criatividade genuína requer longo prazo.
Pense estrategicamente e não apenas taticamente; seja pró-ativo e não reativo.

5 - Continue crescendo

Não seja complacente pelo sucesso inicial .
Nem todas as ideias criativas são imortais.
Não se acomode no sucesso de hoje e se desligue do sucesso do passado.
Mantenha o foco no amanhã.

6 - Cuidado com falta de conhecimento ou com conhecimento em demasia

Em P&D a falta de conhecimento pode ser fatal.
Deve-se saber o que está acontecendo no campo de atuação.
Para crescer, é necessário variedade e amplitude de conhecimento.
Excesso de conhecimento específico é tão perigoso quanto a falta dele. Os maiores erros são cometidos por experts.

7 - Tolere as ambiguidades

Ideias criativas surgem subitamente, mas são desenvolvidas lentamente. É como montar um quebra-cabeças.
Aprenda a tolerar a ambiguidade e a frustração de resolver problemas e de tomar decisões.
As ideias mais criativas vêm de pessoas com capacidade de esperar. Os resultados justificam a frustração da espera.

8 - Reformule problemas sem solução

Muitas ideias criativas são provenientes de problemas sem solução à primeira vista.
Quando um problema se mostra sem solução, tente reformulá-lo.
As maiores dificuldades em resolver um problema vêm da maneira como o problema é abordado e não da falta de soluções.

9 - Faça o que você mais gosta de fazer

As ideias mais criativas vêm de pessoas que amam o que fazem.
Não há substituto para a motivação intrínseca.
A motivação por si só não traz a inovação, mas a sua falta garante a ausência da inovação.
Se for possível, mude a pessoa para uma função que seja mais adequada aos seus talentos.

10 - Reconheça quando moldar o ambiente e quando deixá-lo

Mudar o ambiente é mais fácil para a gerência de topo.
É uma tarefa árdua e lenta que exige mudanças incrementais.
Se isso for impossível, mude de ambiente ou de companhia.
Criatividade exige comprometimento que às vezes requer decisões corajosas

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Mercados veem Brasil como a próxima superpotência, diz Nobel de Economia

Paul Krugman diz que excesso de confiança pode prejudicar o país.

Para ele, é preciso combater euforia e dizer: 'Não amem tanto a gente'.

O Brasil se saiu melhor que o resto do mundo na crise, mas a euforia com a economia nacional, que vem atraindo o capital estrangeiro, pode prejudicar o país, segundo o ganhador do prêmio Nobel de economia da 2008, Paul Krugman, em entrevista nesta quarta-feira (2), em São Paulo.
“Está na hora de dizer: ‘Estamos melhores do que estávamos, mas não tão bem assim. Não amem tanto a gente’”, disse ele. De acordo com o vencedor do Nobel de Economia, a taxação dos investimentos externos não surtiu o efeito esperado, e o país deve buscar alternativas para estancar o fluxo de investimentos.

 
Segundo Krugman, o Brasil está indo bem e tem uma boa história. “Mas não é [o suficiente para] dizer que vai se tornar uma superpotência no próximo ano. E os mercados estão agindo como se fosse”, diz o colunista do "The New York Times".

Perigos da 'euforia'


 
Para o economista, a euforia dos investidores externos com o Brasil não é saudável e pode gerar reflexos negativos. Ele lembrou os casos da Argentina, que em 1993 era a “grande revelação” da economia, entrando em crise pouco depois, e os casos do sudeste asiático e da Europa oriental, que passaram por problemas semelhantes.

 
“Nós já vimos esse filme vezes o suficiente. Vocês não querem ver isso acontecer com vocês”, afirmou. “Os mercados estão perdendo o contato com a realidade”, afirmou. “O real me parece muito valorizado, a um nível que é difícil justificar. É difícil dizer que faz sentido [a atual cotação da moeda frente ao dólar]", frisou.

 
De qualquer forma, ele afirma que a economia brasileira se saiu bem diante dos problemas enfrentados pelo mundo todo: "O Brasil é uma história feliz."

 
Desemprego nos EUA


 
Questionado sobre o futuro da crise, Paul Krugman disse acreditar que a fase “apocalíptica” já acabou. Ele disse, porém, que haverá mais choques e problemas, “mas não são coisas do fim do mundo”.

 
Em relação ao desemprego nos Estados Unidos, no entanto, o pior ainda está por vir. Krugman projeta uma taxa de desemprego para 2010 semelhante à atual, em torno de 10%, apesar da recuperação do Produto Interno Bruto (PIB), que pode crescer em cerca de 2,5% no próximo ano. “Precisamos fazer algo a respeito (do desemprego). É a grande questão agora. Quanto a isso, a crise não terminou, ela ainda continua”, diz ele.

 
Parte do problema, afirma, é consequência de um plano de estímulo fiscal “muito pequeno”, cujos efeitos já estão se esgotando. “O crescimento que nós temos [os EUA saíram da recessão no terceiro trimestre deste ano] é de estoques e do estímulo fiscal. Mas isso não é uma fonte duradoura de crescimento. O estímulo já teve seu grande impulso na economia. Teríamos que ver uma grande recuperação no consumo, não vemos outras fontes de crescimento aparecendo."

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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Negócios em 2010 - Dicas & Tendências

Eu gostaria de pedir para que você votasse no Colunas de Hércules no prêmio TOP BLOG. Assim que terminar de ler esssa matéria e comentar.

Entramos hoje no último mês do ano, mês para se pensar em o que foi feito, correr para finalizar tarefas e o mais importante, começar a planejar-se para o ano de 2010, o ano do Tigre, o último dessa década caracterizada por um incrível avanço no setor de técnologia que que nos apresentou as famosas siglas "T.I." e "C.E.O", as quais englobam qualquer área, desde a medicina com nanotecnologia, até o setor de consumo de energia.
Após superarmos a falha profecia de Nostradamus, contando a partir do ano 2000, temos acontecimentos importantíssimos que mudaram rapidamente o comportamento do mundo dos negócio, dos investidores, empresários e consumidores.

Antes de 2000 não havia a ferramenta ADwords, tão importante para o marketing online, nem sequer a WIKIPEDIA.


Youtube, Facebook, Orkut e Myspace, também foram inventados entre 2006 e 2007.

A Internet mecheu com a política, sendo utilizada por Obama durante sua campanha presidencial e também para protestos através do Twitter durante as eleições iranianas desse ano.
Portanto não fica difícil de adivinhar qual é a tendência para o ano que fecha essa década, basta olhar que recentemente tivemos uma crise financeira que prejudicou várias industrias e bancos, enquanto os negócios na internet continuaram a subir.

A palavra-chave para 2010 é INTERNET.

O BOOM já se foi ha muitos anos, mas os lucros só aumentam atualmente, aplicativos para o iphone que geram milhões, e-commerce espalhados por todos setor varejista, soluções em TI online, mercado de segurança, redes sociais, blogs como fonte de informação, automatização de processos, aparelhos mobiles, etc.

Se você acha que a internet chegou a seu ápice, está enganado, pois hoje em dia estimasse que 1,2 bilhões de pessoas têm acesso à internet, e que em 2010 esse número chegará a 3,4 bilhões, ou seja, METADE da população mundial. A nova tecnologia PLC permite a distribuição da internet através do sinal de corrente eléctrica, oferecendo o serviço a custo muito baixo, como acontece actualmente em países como a Malásia, onde conseguem obter 200 megas a 1 euro por mês e irá estender-se a outros países.

Então fique por dentro dos assuntos que eu vou citar agora, e coloque os seus negócios o mais perto possível desses temas, que serão os mais promissores do ano que vem.

- Cloud computing

São as empresas em nuvens, novos aparelhos com essas características chegarão ao consumidor, mas o mais utilizado para o ano que vem serão em relação a TI interno das empresas, uma integração de informações em nuvens com o mundo real.

-Redes Sociais nas Empresas

Isso já começou a acontecer no segundo semestre desse ano, e continuará em 2010, mais do que a relação interna entre a sua equipe, a rede social das empresas serão abertas aos clientes, melhorando assim o relacionamento e tendo um enorme potencial de marketing e fidelização.

-Business Intelligence, Business Process Management, Arquitetura Orientada ao Serviço

Seguindo a tendência de novas siglas, a mais falada no ano de 2010 será B.I., pode ser traduzido como Inteligência de Negócios, refere-se ao processo de coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações que oferecem suporte a gestão de negócios, você, através desses dados, poderá tornar o seu negócio inteligente, que te indicará resultados, mudanças, praticamente agirá por conta própria se houver um B.I. bem aplicado.
Mais duas siglas serão inseridas no Mundo dos Negócios, BPM e SOA, De acordo com Jorge Serrano, sócio de assessoria da Ernst&Young, um dos principais desafios de trabalhar em processos é medir a saúde de cada um deles. Desta forma, tanto BI como business process management (BPM) são candidatos ideais para atingir os objetivos.

Sem dúvida se trata, assim como arquitetura orientada ao serviço (SOA, da sigla em inglês), de uma das principais tendências para o próximo ano. Mesmo porque, todas as organizações estão interessadas em ser mais eficientes. "As tecnologias de BPM são um ponto de convergência entre as estratégias de negócio e análise de informação", afirmou Marquez, da DSS-Cognos.
Quando o assunto é SOA, López, da Impra Consultores, aponta que atualmente a necessidade é comunicar-se através dos serviços, assim como os processos que mantêm a continuidade dos negócios.

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