O Valor de uma Ideia Genial

Você já teve alguma idéia genial?

Mundo: A Farsa do Crescimento Chinês

Parece cena de seriado, as cidades fantasmas que a China levanta para manipular o PIB do país

Luxo: Conheça tudo sobre a casa mais cara dos Estados Unidos

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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Nova Tecnologias para o Varejo

Incorporada à loja modelo do Pão de Açucar, a mais nova tecnologia para o varejo chama-se "Personal Shop".


“O Personal Shop traz para o Brasil um novo conceito de compras. Com a ajuda de um coletor de dados, capaz de armazenar em sua memória as listas habituais dos clientes Mais, é possível economizar tempo no supermercado e fazer compras ainda mais personalizadas”, explica Joaquim Dias Garcia, diretor de TI do Grupo Pão de Açúcar.


Como funciona ?

Para usar o Personal Shop, na primeira compra, o cliente faz seu cadastro e informa se irá utilizar o sistema de entregas em domicílio ou não. Se a opção for pelo delivery, o aparelho pede a confirmação do endereço e seleção do horário de entrega e libera o coletor da Motorola. Caso o cliente não queira receber os produtos em casa, a liberação do MC17 é automática.

Compras no supermercado - com ou sem carrinho

Com o Personal Shop em mãos, o consumidor terá duas opções para selecionar qual o tipo de compra:
• “compra”: o cliente faz a seleção e registro dos produtos do Personal Shop entre os corredores e gôndolas da loja. Os itens coletados podem ser colocados no carrinho ou não (se for entrega em domicílio).

• ’compras habituais”: demonstra os produtos mais consumidos pelo cliente com base nas informações armazenadas no programa Mais. Para utilizar a lista, basta clicar no botão Personal, e selecionar o ícone “Compras Habituais”. O coletor também ajuda a encontrar os produtos pela loja, como um GPS.

Para alterar a quantidade ou cancelar, basta clicar na tela. Ao final, é possível ver a lista e o valor total das compras e total dos pontos registrados na compra.
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Funções personalizadas

O Personal Shop conta com funções personalizadas disponíveis de acordo com o perfil de cada cliente Mais. São receitas que podem ser enviadas por e-mail, dicas nutricionais sobre os produtos adquiridos e, ainda, ofertas da loja.

Sobre o MC17

O MC17 tem as ferramentas necessárias para oferecer um novo padrão de excelência nos serviços aos clientes dos supermercados. O produto aumenta a produtividade e melhora o autoatendimento, tudo isso ao toque de apenas alguns botões. O MC17 ainda pode ser usado para capacitar os funcionários da loja a gerenciar com mais eficiência o estoque e os preços das prateleiras.

TORA TORA

Para quem gostou da idéia da Motorola, eu convido para conhecer também o "Carrinho Portátil" o AQUARIUS da Tora Tora.

Com multiplas funções além das disponiveis no MC17, o Aquarius possui um custo inferior à ¼ do MC17. O que possibilita que também as pequenas e médias empresas varejitas, além das grandes, consigam aderir à essa tecnologia que facilita a vida do consumidor, elimina as filas, melhora o layout e transito de clientes na loja, controla estoques e toda a lojistica do processo varejista, alem de personalizar sua empresa ao gosto de cada cliente. Acesse http://www.toratora.com.br/ e entre em contato direto com seus diretores.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Fazer negócios no Brasil continua difícil?

Acabou de sair a nova edição do estudo Doing Business -- aquele relatório do Banco Mundial que mede a facilidade de fazer negócios num país. Na edição deste ano, numa lista de 181 países, o Brasil ficou em 125º lugar -- só uma posição melhor que no ano passado --, atrás de países como Butão, Lesoto, Nepal e Paraguai.

O relatório também mostra que as pequenas e médias empresas brasileiras gastam, por ano, uma média de 2 600 horas de trabalho em procedimentos relacionados ao pagamento de impostos. Isso significa que o Brasil é o país onde mais se perde tempo com o pagamento de tributos -- seguido de Camarões, com uma média anual de 1 400 horas de trabalho empregadas nesse processo.

Entre os critérios usados para medir a qualidade do ambiente de negócios de cada país estão as políticas relacionadas a contratações, financiamentos, pagamento de impostos, exportações, propriedade intelectual e abertura de negócios. No Brasil, por exemplo, ainda são necessários, em média, 18 procedimentos diferentes para abrir uma empresa, processo que pode levar cerca de 152 dias.

E você, que empreende no Brasil? O que acha desse cenário? É isso mesmo?

Para ver o estudo completo (em inglês), clique aqui .
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Créditos: Hugo Vidotto, Repórter EXAME PME .
Publicação autorizada por Luisa Mendes, REVISTA EXAME PME

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VAREJISTA


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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Ronaldo gera lucros fenomenais aos patrocinadores e ao Corinthians



Em campo, o jogador ganhou o título paulista e incendiou a torcida; fora das quatro linhas, deu milhões de reais de retorno aos patrocinadores e ao clube que apostaram nele .

Futebol também é negócio, e as vezes muito lucrativo, como é o caso da renda obtida pelo S.C. Corinthians Paulista graças ao potencial do grupo R9 que gerencia os negócios do craque Ronaldo.




A final do Campeonato Paulista de 2009 pode ser contada como uma história de muitos retornos. O retorno do Corinthians ao panteão das grandes equipes brasileiras, após desesperar a fanática torcida com o rebaixamento para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro em 2007. O retorno triunfal de Ronaldo aos gramados, depois de meses de ostracismo, escândalos e até especulações sobre o fim de sua carreira. E o retorno milionário para as empresas que apostam no Fenômeno como um trunfo de marketing e para o clube em que atua.

Apostar em Ronaldo não é barato. No ranking dos jogadores com maiores salários no Brasil, Ronaldo é campeão por um placar dilatado. Além disso, seus principais contratos de patrocínio pessoal mantiveram os valores praticados quando ainda atuava na Europa - onde o consumo é muito maior. Mas a capacidade de atrair a atenção da mídia e de impulsionar a audiência dos jogos e dos programas em que aparece tornam o jogador um craque também de vendas, capaz de pagar com juros cada centavo que seus patrocinadores investem nele.

Sua imagem multiplica a procura por produtos tão diversos quanto chuteiras no Brasil e cosméticos na Suíça. Há dois tipos de empresas que gravitam na órbita do jogador: aquelas que o patrocinam diretamente e as que se beneficiam por apoiar os clubes em que Ronaldo joga. Atualmente, por meio de seu grupo, o R9, Ronaldo mantém contratos com três companhias. O mais recente foi assinado em 2007 com a multinacional suíça Lato, do ramo farmacêutico e de cosméticos. O acordo torna Ronaldo seu garoto-propaganda na Europa até dezembro deste ano.

Já a Ambev mantém um vínculo bem mais antigo com o jogador. O contrato foi assinado em setembro de 1994, quando Ronaldo estourou no futebol ao conduzir o Cruzeiro à conquista do Campeonato Mineiro daquele ano. Com 23 gols, ele também foi o artilheiro da competição. O acordo baseia-se em uma cota de diárias que a Ambev tem com o jogador a cada ano. Essas diárias podem ser usadas para a promoção de um produto ou um evento, por exemplo, como quando Ronaldo praticamente parou a Guatemala, em 2003, ao comparecer à inauguração de uma fábrica da Ambev no país. O apelo do atacante era tanto que, em apenas três meses, a empresa já possuía 40% do mercado local de cervejas.

"Brasileiro batalhador"

"Temos um relacionamento muito forte com a empresa, e queremos dar continuidade a isso", afirma Fabiano Farah, diretor-executivo do grupo R9. Desde abril, o jogador está no ar em um filme publicitário da Brahma, na série "Brahmeiros". A peça destaca a capacidade de Ronaldo superar seus problemas, como as sérias lesões no joelho que o afastaram do futebol por dois anos, e a recente ameaça de ver sua carreira interrompida após o fim do contrato com o Milan, quando as aparições públicas mostravam um Ronaldo bastante fora de forma. "Queremos trazer exemplos de brasileiros batalhadores, que caem, levantam e seguem em busca de seu sonho", diz o diretor de Marketing da Brahma, Marcel Marcondes.

E este é, hoje, o lado da personalidade de Ronaldo com o qual os brasileiros mais se identificam. "Sua imagem é de um rapaz pobre que obteve muito sucesso, teve problemas sérios e se superou. E que você pode imitar", afirma o professor Claudinei Santos, coordenador do Núcleo de Estudos de Negócios em Esportes da Escola Superior de Propaganda e Marketing.

Quando se fala de Ronaldo, as cifras envolvidas sempre são milionárias. Marcondes não informa qual é o valor do contrato, mas o mercado avalia que a Ambev pague, por ano, 7,2 milhões de reais ao ídolo. O executivo também não revela quanto o investimento gera em retorno para a marca, mas mostra que a empresa está satisfeita. "Indiscutivelmente, o Ronaldo vende. Basta ver o que está vendendo de camisas do Corinthians", despista, passando a bola para outra empresa.

Acima das expectativas

As camisas são produzidas pela Nike, que está duplamente feliz: ela é a fornecedora oficial do uniforme do Corinthians, e mantém um acordo em separado com o próprio jogador. A gigante americana de artigos esportivos é uma velha parceira de Ronaldo - o contrato foi fechado quando ele tinha apenas 18 anos. O acordo permite à empresa veicular peças com o jogador em todo o mundo. Ela também fornece suas chuteiras, em qualquer time que venha a atuar.

Fora dos campos, Ronaldo também promove a linha de roupas casuais da Nike. E, sim, quando ele parar de jogar, continuará a ser patrocinado por ela. Quando isso acontecer, Ronaldo será uma espécie de embaixador da marca, promovendo seus produtos mundo afora. "Ele passará a atuar como um ícone mundial", diz Farah, da R9.

Quanto às camisas, é verdade: estão vendendo muito bem, obrigado. "Houve um aumento de mais de 50% na procura", afirma David Grinberg, gerente de Comunicação da Nike Brasil. E com um detalhe: praticamente toda a demanda convergiu para a camisa número 9, a dele. "Superou todas as expectativas da empresa", diz Grinberg.

Outro exemplo de como o jogador eleva vendas vem da linha de calçados. Em 1998, quando ele já atuava pelo Internazionale de Milão - clube no qual ganhou o famoso apelido de "O Fenômeno" -, a Nike criou um novo estilo de chuteiras, batizada de Mercurial, e promovida por Ronaldo. O sucesso foi instantâneo. "Até hoje, é um dos estilos preferidos pelos jogadores", afirma Grinberg.

Novamente, quando se falam em cifras, a marcação é cerrada. O executivo não forneceu os valores envolvidos nos contratos, mas o mercado calcula que a Nike pague cerca de 14 milhões de reais por ano ao jogador.

A última tabelinha

O desembarque de Ronaldo no Corinthians também foi uma grande triangulação inédita entre o jogador, o clube e os patrocinadores. Farah, da R9, prefere até mesmo chamá-lo de "fusão" das marcas Ronaldo e Corinthians. O atacante e o clube dividirão a receita de patrocínio gerada por sua chegada. Ronaldo receberá do clube um salário estimado em 300.000 reais por mês, ou 3,6 milhões de reais por ano. Para "completar" sua renda, o craque ficará com 80% dos 11 milhões de reais que a Bozzano e o Banco Panamericano pagarão neste ano para expor suas marcas nas mangas e nos calções da equipe, respectivamente. Isso eleva para 12,4 milhões de reais os ganhos do jogador - ou aproximadamente 4,3 milhões de euros por ano.

Para alguém que, até dezembro, estava desempregado e corria o risco de sair do mercado, é um retorno e tanto. Para se ter uma idéia, no Real Madrid, quando estava em seu auge, havia sido eleito o melhor jogador do mundo e tinha no currículo a conquista da Copa de 2002, seu salário anual era de 6 milhões de euros - o mesmo que craques como o francês Zinedine Zidane.

O Fenômeno também foi a peça-chave para que o Corinthians acertasse, com a Batavo, o maior patrocínio já fechado na história do futebol brasileiro: 18 milhões de reais. Mas o faturamento do time e do jogador com patrocínios deve ser bem maior: 51 milhões de reais. O restante do dinheiro virá da venda dos calções e mangas (11 milhões de reais), do reajuste do contrato com a Nike para fornecimento de material (16 milhões de reais) e da renda com patrocínio avulso por jogo (2 milhões de reais no ano).

Além disso, Corinthians e Ronaldo ainda negociam a venda da parte da manga da camiseta para a rede de escolas de idiomas Wizard. O mercado estima que o patrocínio até dezembro custaria cerca de 4 milhões de reais. Nesse caso, o percentual que ficará para Ronaldo ainda não foi acertado com o Corinthians, mas deve ser inferior aos 80% fechados para o calção e para a parte da frente da manga.

Para se ter ideia do sucesso comercial do Corinthians com Ronaldo, basta lembrar que o São Paulo, campeão brasileiro de 2008, garantiu para 2009 uma receita com patrocínios inferior à metade do obtido pelo arqui-rival. O tricolor paulista levantou 22 milhões de reais com contratos com a LG - patrocinadora de sua camisa - e a Reebok - que lhe fornece material esportivo. A goleada do Corinthians em 2009 pode ser totalmente atribuída a Ronaldo porque, nos anos anteriores, os clubes ficavam praticamente empatados em receitas publicitárias.

Se os negócios do Corinthians forem comparados a outros clubes brasileiros, a "lavada" é ainda mais impressionante. A crise reduziu a verba de marketing de muitas grandes empresas - que cortaram investimentos no esporte. Com menor poder de barganha, clubes com torcidas enormes como o Flamengo e o Cruzeiro rejeitaram propostas bem inferiores às obtidas por rivais e ainda não fecharam o patrocínio a suas camisetas neste ano.

Maior goleador da história das Copas do Mundo, três vezes eleito o melhor jogador do planeta pela FIFA, artilheiro em vários dos campeonatos que disputou, cada vez que Ronaldo balança a rede, seu gol soa diferente. Para a torcida, é uma explosão de alegria e encantamento. Já para os patrocinadores, parece o tilintar das caixas-registradoras comemorando mais alguns milhões em vendas. Ao contrário do que costuma fazer em campo, abatendo os adversários com fortes arrancadas e belos gols, neste jogo Ronaldo também realiza a proeza de fazer com que todos ganhem.

Fonte: EXAME PME

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Futebol é mau negócio no Brasil

Dos dez maiores clubes do Brasil, apenas dois tiveram lucro em 2008


 

Celeiros de craques mundialmente conhecidos, os clubes brasileiros de futebol ainda são lanterninhas na capacidade de transformar talento em dinheiro.

Pesquisa de uma consultoria esportiva mostra que das dez maiores equipes do Brasil, apenas duas - São Paulo e Corinthians - tiveram lucro com seus negócios em 2008. Mesmo nesses dois casos, a rentabilidade foi pífia, se comparada à dos clubes europeus
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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Itaú Unibanco e Porto Seguro se associam

Nova companhia será criada para unificar operações de seguros residenciais e de automóveis


Após notícias da não concretização da aquisição de parte da seguradora pelo Bradesco, o Grupo Itaú Unibanco e a Porto Seguro anunciaram nesta segunda-feira (24) uma associação para unificar as operações de seguros residenciais e de automóveis. A nova companhia que surgirá a partir de uma reorganização societária começará com 3,4 milhões (1,25 milhão do Itaú Unibanco e 2,15 milhão da Porto Seguro) de automóveis segurados e 1,235 milhão de residências (810 mil do Itaú Unibanco e 425 mil da Porto Seguro).

Será criada uma companhia chamada Itaú Unibanco Seguros de Automóvel e Residência S.A., para a qual serão transferidos todos os ativos e passivos da carteira de seguros residenciais e de automóveis do Itaú Unibanco. A nova empresa terá um patrimônio líquido de R$ 950 milhões e será, por sua vez, transferida para a Porto Seguro.

Em contrapartida, a Porto Seguro, vai emitir ações que representarão 30% de seu novo capital social e entregá-las ao Itaú Unibanco. Por último, os controladores da Porto Seguro e do Itaú Unibanco vão constituir uma nova sociedade, que será denominada Porto Seguro Itaú Unibanco Participações S.A. (PSIUPAR).

Segundo comunicado do Itaú Unibanco, os funcionários que atuam na área de seguros de residências e veículos serão alocados na nova empresa.

Com essa reorganização, os controladores da Porto Seguro terão 57% da PSIUPAR. Os 43% restantes serão do Itaú Unibanco. E a PSIUPAR terá 70% da Porto Seguro. E 30% permanecerão no mercado

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Microsoft e Yahoo! anunciam parceria



Com a união de forças nos mercados de busca e publicidade na internet, empresas podem conseguir competir com o Google. Acordo foi fechado para os próximos 10 anos





Microsoft e Yahoo! anunciaram nesta quarta-feira (29) uma parceria em mecanismos de busca e publicidade na internet, com o intuito de aumentar a capacidade das empresas de concorrer com o Google. No acordo, a Microsoft vai transformar a tecnologia do Bing na ferramenta de buscas padrão nos sites do Yahoo!, que receberá 88% dos lucros de publicidade gerada por buscas nos próximos cinco anos. O Yahoo! também será responsável pela negociação de preços e promoções com grandes anunciantes. A parceria foi fechada para um período de 10 anos, o que, no mercado da internet, é um tempo bastante longo - o Google, por exemplo, foi fundado em 1998.

O Bing recebeu diversas críticas favoráveis desde que foi apresentado, no início de junho, mas no primeiro mês de existência apenas 8,4% das buscas feitas nos Estados Unidos utilizaram o novo site - em maio, quando ainda se chamava Live Search, a ferramenta da Microsoft já tinha 8% do mercado. Junto com o Yahoo! essa fatia pode subir para 28%, o que ainda não se aproxima do Google, que representa 65% de todas as buscas realizadas na internet americana, mas que já dá mais visibilidade a uma ferramenta que levava jeito para ser apenas uma provocação na guerra entre Microsoft e Google. Steve Ballmer, o presidente-executivo da Microsoft, afirmou nesta quarta que o acordo com o Yahoo! vai criar "uma opção de escolha para o consumidor em um mercado dominado por uma única empresa".

O acordo fechado nesta semana é bem mais pragmático do que a proposta de compra feita no ano passado pela Microsoft, que ofereceu US$ 44,6 bilhões (R$ 84,3 bi) pelo controle do Yahoo!. Os desdobramentos da recusa da venda causaram a queda do co-fundador da companhia Jerry Yang do cargo de presidente-executivo, no qual foi substituído por Carol Bartz, que trabalhava desde 1992 na Autodesk, empresa líder de mercado no desenvolvimento de softwares de arquitetura, engenharia e construção civil. A estratégia de Bartz no comando do Yahoo! é trabalhar com as principais forças da companhia, que são, na opinião dela, a produção de sites de conteúdo e o mercado de publicidade on-line.

Uma parceria entre o Google e o Yahoo! foi cogitado em 2008, depois que a Microsoft falou em adquirir a companhia, mas em Novembro o Departamento de Justiça dos EUA foi contra o acordo, o que encerrou as negociações. O Google também é líder no mercado de publicidade na internet, de onde vem a maior parte de sua receita, e o site google.com, que é apenas uma ferramenta de busca, tem 3,5 milhões de visitantes mensais a mais que o yahoo.com, que é também um portal de conteúdo e o caminho de acesso para os usuários do email da companhia. Microsoft e Yahoo! afirmaram que o compartilhamento de informações sobre usuários será reduzido ao "mínimo necessário"




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O brasileiro que ganhou R$ 1 milhão na bolsa de valores.

O investidor Fábio Calderaro é um dos quase 300 mil brasileiros que despertaram para o mundo das ações. O que você pode aprender com eles




O economista Fábio Calderaro, de 30 anos, levava uma vida difícil até poucos anos atrás. Seu pai é um pequeno comerciante, e sua mãe dona de casa em Taubaté, no interior de São Paulo. Calderaro conta que, aos 18 anos, prestou vestibular para a Faculdade de Engenharia da Universidade de São Paulo (USP) e passou. Como o curso era em período integral, ele diz que nem sequer chegou a fazer a matrícula, porque precisaria trabalhar para se sustentar. Acabou se alistando na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, Estado do Rio de Janeiro. Depois de formado, seguiu carreira na caserna. Em 1999, baseado em Manaus, começou a investir em ações. O investimento, segundo ele, foi de R$ 3.300 e não trouxe resultados vultosos no primeiro momento. Mas, depois disso, sua vida nunca mais foi a mesma. Calderaro continuou a carreira militar, mas afirma que se tornou um investidor e um pesquisador obstinado do mercado acionário. Fez faculdade de Economia, cursou pós-graduação, mudou-se para o Rio e, no ano passado, graças a suas aplicações na bolsa, diz ter conseguido conquistar seu primeiro milhão de reais. De lá para cá, afirma que se dedica apenas a aplicar, pela internet, o dinheiro que ganhou nos pregões.“Atingi a meta de fazer R$ 1 milhão um ano antes do que havia planejado”, diz Calderaro. “Hoje, vivo do que gosto de fazer: comprar e vender ações.”

Assim como Calderaro, uma legião de brasileiros de todas as idades e de todas as faixas sociais está descobrindo o mercado de ações (leia as outras histórias). De acordo com a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), 280 mil pessoas investem hoje em ações no Brasil. Há cinco anos, eram 85 mil. Embora os homens ainda formem a maioria dos investidores, um número crescente de mulheres também está arriscando seu dinheiro nos pregões. Em 2002, elas representavam 17,6% do total de aplicadores. Hoje, já representam 22%. Em números absolutos, isso significa que cerca de 60 mil mulheres já investem na bolsa. “Mais de 70% do patrimônio de minha família está aplicado em ações”, diz a engenheira eletricista Denise Damiani, de São Paulo. Ela montou um clube de investimento só de mulheres no ano passado, com o objetivo de aplicar na bolsa. Batizado como Saphira, o clube começou com 30 participantes e um patrimônio de R$ 5 mil. Hoje, tem 130 mulheres e R$ 1,5 milhão em investimentos. “É algo que está transformando a vida das mulheres”, diz Denise.

Não é por acaso que a bolsa está despertando a atenção de um grupo de pessoas que até pouco tempo atrás talvez nem soubesse exatamente como ela funciona. Como mostram os casos de Denise e de Calderaro, muita gente está ganhando dinheiro com ações. Nos últimos anos, o retorno das ações foi espetacular. Com a queda recente dos juros, o ganho das aplicações como a caderneta de poupança e os fundos de renda fixa diminuiu. A bolsa passou a ser a principal alternativa para quem quer fazer seu patrimônio crescer com mais rapidez.

Desde o fim de 2002, o índice da Bovespa (Ibovespa), que reflete a variação média das ações mais negociadas na bolsa paulista, subiu quase 700%. Quem investiu R$ 1.000 há cinco anos, teria R$ 7 mil no fim de outubro. Só em 2007, até o dia 31 de outubro, o Ibovespa subiu 47%, alcançando a marca recorde de 65.317 pontos. Em dólar, a bolsa brasileira subiu, em média, 75% no mesmo período. É o terceiro melhor desempenho entre as bolsas do mundo. A alta brasileira só foi menor que as do Peru e da China (leia no quadro). Em cinco anos, a bolsa do país é a segunda mais rentável do planeta, atrás apenas da do Egito. Outro indicador da pujança da bolsa paulista: nos últimos cinco anos, o valor de mercado das empresas com ações negociadas nos pregões, calculado com base nas cotações dos papéis, passou de R$ 1,5 bilhão para R$ 2,5 bilhões. “O mercado de ações brasileiro deixou de ser um jogo especulativo para tornar-se uma opção de investimento de longo prazo”, diz Walter Mendes, o responsável pela área de renda variável do Banco Itaú.

Com a valorização dos papéis e a entrada de um número crescente de novos investidores na bolsa, o lançamento de ações passou a ser uma alternativa interessante para as empresas que buscam capital para crescer e não querem se endividar com bancos. Em 2007, o lançamento de novas ações bateu um recorde histórico. Em outubro, a própria Bovespa lançou suas ações no mercado, e a cotação subiu 52% no primeiro dia de negociação. Até o fim do mês, 59 empresas tinham feito a abertura de capital, o que lhes permitiu captar cerca de R$ 40 bilhões. É o equivalente a 60% do orçamento deste ano do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), responsável pelo fomento da atividade econômica no país. E mais 22 empresas estão na fila.

Isso tem um significado profundo: o governo e os bancos estão deixando de ser o principal financiador das empresas brasileiras. Cada vez mais, quem está assumindo esse papel são investidores como Fábio Calderaro e Denise Damiani. Aos poucos, mais e mais brasileiros estão se acostumando à idéia de ser sócios do sucesso das empresas.“Com a estabilidade e queda dos juros, o foco está saindo do curto prazo”, afirma Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central e hoje dono da Gávea Investimentos. “Atualmente, a bolsa não é mais vista como um cassino, em que os mais espertos se aproveitam dos outros. Agora, ela passou a ser um centro gerador e alocador de poupança, como sempre deveria ter sido.”

Até os investidores estrangeiros, sempre cautelosos quando se trata de Brasil, estão desembarcando na bolsa com um apetite voraz, impensável até pouco tempo atrás. De acordo com a Bovespa, os estrangeiros investiram R$ 33 bilhões e compraram 75% das ações lançadas no mercado neste ano. No total, o saldo dos investimentos estrangeiros na bolsa brasileira chegou a US$ 142 bilhões no fim de setembro, 18 vezes o valor de 2002.

Para ganhar credibilidade e chegar aonde chegou, a Bovespa passou por uma profunda transformação, que culminou o sucesso da abertura de seu capital em outubro. A operação lhe permitiu captar R$ 6 bilhões dos investidores do país e do exterior. O processo de mudança é personificado pelo atual presidente da Bovespa, Raimundo Magliano Filho. Dono de uma pequena mas tradicional corretora de São Paulo, Magliano (lê-se Malhano) fez do desenvolvimento do mercado de capitais do país uma missão. Sob seu comando, a bolsa brasileira fez um esforço gigantesco para melhorar sua imagem. O objetivo de Magliano era levá-la a ter a mesma relevância que tem nos Estados Unidos e na Inglaterra.

Para popularizar o investimento em ações, a bolsa lançou em 2002 o programa “A Bovespa vai até você”. Passou a enviar seus promotores a fábricas, escolas e até ao litoral, em caminhonetes decoradas com imagens dos pregões. Criou também o cargo de ombudsman, para zelar pelos interesses dos investidores. Outro passo essencial foi estimular a criação de mecanismos de proteção aos acionistas minoritários. Em 2001, com o apoio da Bovespa, a nova Lei das Sociedades Anônimas equilibrou o relacionamento com os acionistas controladores.

No entanto, o grande salto foi a criação de Novo Mercado, em 2000. Trata-se de uma nova categoria de classificação das empresas com ações negociadas na bolsa. Ela foi criada para diferenciar as companhias que adotam práticas de gestão transparentes e facilitam o acompanhamento e a fiscalização dos atos da administração. Os papéis de empresas que pertencem ao Novo Mercado passaram a ser mais procurados e subiram mais que os demais. Isso criou um estímulo para que outras empresas entrassem no sistema. “Em vez de defender a mudança da legislação para forçar as empresas abertas a aderir ao Novo Mercado, são as empresas que aderem de forma voluntária ao compromisso de ser transparentes com os investidores”, diz Magliano, da Bovespa.

O cenário econômico favorável, aqui e no exterior, também afeta positivamente o desempenho da Bovespa. Apesar da crise recente no mercado americano de hipotecas, ainda há dinheiro sobrando no mercado global. A credibilidade alcançada até agora pelo Brasil, com a manutenção de uma política econômica consistente, tem sido decisiva. Em breve, o Brasil deverá receber o tão esperado “grau de investimento” das agências de classificação de risco internacionais. Isso representará um aval indispensável para os grandes fundos de pensão americanos investirem aqui.

O único senão a esse ciclo virtuoso ainda são os índices de crescimento econômico do país. Segundo Paulo Leme, economista-chefe do Goldman Sachs, um dos maiores bancos de investimento americanos, o Brasil poderia estar crescendo, no mínimo, 6% ao ano se tivesse feito as reformas tributária e da Previdência e reduzido os gastos públicos. Leme diz que os investidores externos já começam a se preocupar com o aumento excessivo dos gastos do governo. Segundo ele, o que está acontecendo hoje é quase nada perto do que poderia acontecer se as reformas tivessem sido implementadas. Ele usa uma imagem gastronômica para explicar melhor seu raciocínio. “Uma empadinha com uma cervejinha bem gelada cai bem”, afirma Leme. “Mas uma torta de frango, além de mais substanciosa, pode servir muito mais gente.” Apetite – é o que não falta aos investidores.



Fonte: Revista Época

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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Os 10 melhores sites de 2009



A revista time faz todos os anos uma seleção com o que aconteceu de melhor na internet. Este ano foi divulgado a lista com os melhores sites do ano. Entre os principais da lista estão redes sociais e sites para o entretenimento.

Poucos são os sites de notícias, como acontecia nas edições anteriores. A lista é destacada pelo Twitter na sexta posição, que para muitos foi injusta, uma vez que ele é considerado a principal inovação dos últimos tempos, depois do Google.

1. Flickr2. California Coastline

3. Delicious

4. Metafilter

5. popurls

6. Twitter

7. Skype

8. Boing Boing

9. Academic Earth10. OpenTable

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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Mitos e fatos sobre o empreendedor brasileiro

É comum se ouvir que empreender no Brasil é difícil. E, pelas condições econômicas, fiscais e sociais, realmente é. No entanto, há no país uma massa de empreendedores que sobreviveram às dificuldades iniciais e já podem ser considerados bem sucedidos. Mas, o que difere estes da imensa maioria, que vê seus negócios quebrarem antes mesmo de completar dois ou três anos?

Foi para identificar essas características que José Dornelas e Caio Cezar decidiram fazer um estudo qualitativo com 399 entrevistas de empreendedores de sucesso, trabalho apresentado nesta quarta-feira, durante o XVI Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadora de Empresas.

Identificar o perfil do brasileiro de sucesso não é algo dos mais simples. Hoje, o Brasil é considerado o sétimo país mais empreendedor do mundo, com 20 milhões de pessoas que têm o seu próprio negócio ou planejam tê-lo em breve, segundo dados do GEM (Monitor Global de Empreendedorismo, na sigla em inglês). No entanto, segundo dados do Sebrae, 59% das pequenas e médias empresas quebram nos dois primeiros anos. Mais do que isso, no Brasil, ainda se empreende por necessidade, e não pela identificação da oportunidade.

Neste momento, já é possível identificar um ponto dos bem-sucedidos. Seguindo na contramão da maioria, o empreendedor de sucesso identifica uma oportunidade antes de ingressar no próprio negócio. Segundo dados da pesquisa de Cezar e Dornelas, mais de 80% dos empreendedores de sucesso aproveitaram uma oportunidade para iniciar o seu negócio (clique no gráfico "Oportunidade" ao lado para conferir os dados detalhados). Esta capacidade de ver um novo mercado, somada à rede de relacionamentos ganha uma proporção inusitada.

"A rede de relacionamentos e o surgimento de oportunidades são duas coisas correlatas e de fundamental importância", explicou Cezar. "Paralelamente, não é muito comum a cultura de planejamento constante. Mesmo para o empreendedor de sucesso não há a cultura de que a planificação é o elemento número um para o sucesso."

A surpreendente constatação, que contraria a orientação tradicional de estruturação do negócio, provocou um certo frisson na platéia que assistia à apresentação. Mas o resultado da pesquisa mostra isso com clareza (clique no gráfico "Planejamento" à direita para ver essas informações). Mais de 40% dos entrevistados afirma que seguiu sua intuição ao invés de planejar. Ao mesmo tempo, apenas 10% afirmam planejar constantemente o seu negócio.

Características pessoais

Outro questão interessante é a composição dos fatores que levaram os empreendedores de sucesso a partir para um negócio próprio. Muitos acreditam que a motivação principal está na possibilidade de ganhos maiores, liberdade e sonhos pessoais. Embora esses fatores estejam, sim, presentes entre os apontados nas entrevistas, os principais são mesmo a existência de uma oportunidade (34%) e os contados vindos da rede de relacionamentos (32%). Ou seja, uma decisão mais consciente do que se imagina (clique no gráfico "Fatores de Influência" para ver a lista completa).

Racionalidade que se mostra também em outros pontos. Primeiro porque apesar de se mostrarem afeitos ao risco, os empreendedores de sucesso não se arriscam a captar recursos externos para iniciar o negócio. "Apesar do apetite por riscos, a grande maioria, 70%, prefere começar sua empresa com recursos próprios", esclareceu Cezar. Além disso, a pesquisa apontou também que 70% dos entrevistados possuem, ao menos, Ensino Superior completo (clique no gráfico "Escolaridade" para ver estas informações).

As principais características constatadas na pesquisa foram:

  • -Sabem explorar ao máximo as oportunidades
  • -São determinados e dinâmicos / Persistência
  • -São dedicados / Possuem comprometimento
  • -São otimistas e apaixonados pelo que fazem
  • -São independentes e constroem o próprio destino
  • -São bem relacionados (networking)
  • -Não Planejam /Não Estabelecem metas
  • -Possuem conhecimento / Buscam informações
  • -Assumem riscos calculados

Créditos: Renato Marques, Salvador (BA)

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sábado, 22 de agosto de 2009

Conheça 20 dicas infalíveis para sua empresa ter sucesso no Twitter

Entidade que representa o setor de internet, no Reino Unido, divulga manual de utilização do serviço de microblog. Confira as recomendações. A cada dia o Twitter é mais usado por empresas e marcas. Mas você sabe o que fazer e como utilizar o serviço de microblog? As respostas estão em um manual com 20 dicas preparado pelo Internet Advertising Bureau (IAB) do Reino Unido, entidade que representa a indústria digital. Confira.


1. Pare e pense: por que usar o Twitter? É por que é a coisa a fazer ou por que vai acrescentar valor à sua estratégia de comunicação?

2. Quais são os seus objetivos ao usar o microblog? Seja claro na sua estratégia a cada passo que der na rede.

3. Não seja "sequestrado" no Twitter. Um consumidor apressado já pode estar usando uma conta com o seu nome ou de sua empresa. Reclame o seu espaço.

4. Assegure que a comunicação seja correta, decente, honesta e confiável.

5. Não exagere na quantidade de mensagens. As tradicionais regras para engajar o consumidor também se aplicam à rede.

6. Dedique os recursos apropriados. O Twitter não é um trabalho para ser feito em apenas cinco minutos.


7. Estabeleça o tom apropriado para a comunicação do seu produto e para a audiência. É a sua marca conversando com pessoas reais.

8. Pense como vai medir o sucesso. O número de seguidores de sua marca será suficiente mesmo se os usuários não estiverem engajados na conversa?

9. Seja rápido. O Twitter é imediato. Faça atualizações relevantes.

10. Não aposte suas fichas nos tópicos populares.

11. Se você quiser aumentar as vendas, deixe as coisas fáceis. Dê aos consumidores vouchers online e códigos de descontos.

12. Se você tiver um produto, serviço ou incentivo específico que pretenda promover, crie uma conta separada.

13. Tente responder as mensagens diretas, especialmente aquelas enviadas por usuários interessados em saber mais sobre você.

14. Pergunte aos seus seguidores. Encoraje a interação.

15. Abrace o "retweet". Se você encontrar um post que vai interessar aos seus seguidores, por que não recomendá-lo?

16. Não tenha medo das críticas. Por que não contatar um tweeter infeliz diretamente e tentar resolver a questão?

17. Monitore o que as pessoas dizem sobre você. Use ferramentas como o Tweetdeck ou Monniter regularmente.

18. Encoraja interações offline.

19. Promova a sua conta. Não espere que as pessoas o encontrem. Divulgue o fato de usar o Twitter.

20. Sempre inove. Ter 100 seguidores é suficiente? Use sua imaginação para aumentar a lista.

Fonte: IDG NOW

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PS. no post passado com dicas para se apresentar às empresas de fomento, eu esqueci de dar os créditos à autora do post, Renata Chilvarque da ENDEAVOR.
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Dicas para apresentar sua empresa aos fundos de Venture Capital

Uma pergunta que sempre vem à cabeça dos empreendedores quando pensam em crescer é: de onde tirar dinheiro? Uma opção muito interessante a se considerar são os investimentos de Fundos de Venture Capital.

CAPITAL DE RISCO


Para facilitar o acesso às informações dos fundos disponíveis no mercado, a Endeavor criou o Guia de Fundos de Venture Capital e Private Equity. No entanto, antes de iniciar o trabalho de “road show” para os fundos escolhidos, trabalhe bem os pontos a seguir para apresentar a sua empresa com mais confiança:

1) Time: O fundo de Venture Capital quer ver com quem está lidando, quem será responsável por alcançar os resultados planejados. Mostre qual será o time envolvido na operação e qual o diferencial desde o início da apresentação, denotando confiança na força da equipe.

2) Mercado: Para investir, o fundo deve saber qual o tamanho do mercado e qual a pretensão de market share da empresa. Não superestime o market share. Dentro de um mercado específico, o empreendedor não poderá ter mais de 80% do mercado por razões até mesmo regulatórias. Portanto, seja ambicioso, porém razoável, dentro de suas estimativas.

3) Produto ou serviço: Explique o produto ou serviço da empresa sem se ater demais a detalhes técnicos. Procure destacar o diferencial do produto no mercado.

4) Competição: Mostre o mercado como um todo e não só os dois principais concorrentes. Mostre porque a empresa tem a estratégia vencedora e explique as estratégias de defesa perante os competidores.

5) Governança Corporativa: Uma coisa certamente necessária para o investimento de um fundo será a construção de um Conselho independente. Assim, se você busca um investimento, nada melhor que já formar seu Conselho para denotar maior profissionalismo.

6) Plano Financeiro: Seja minucioso com os números apresentados em seu plano financeiro. Saiba dados e indicadores e fundamente-os. Prove o valor da sua empresa de forma racional e não apenas emocional.

Mais que tudo isso, tenha em mente que ter um investidor é como casar. Assim, construa um relacionamento, tenha certeza do que o fundo poderá agregar à sua empresa e questione-o dos seus investimentos passados. Além disso, garanta que ele esteja comprometido a lhe ajudar a alcançar os planos e desenhe incentivos alinhados para isso. Assim, certamente sua empresa será atrativa para muitos fundos e alcançará o crescimento almejado!


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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

A história da Empresa Nintendo - Fatos e Curiosidades.

Vamos hoje falar sobre essa maravilhosa empresa, uma gigante da indústria dos games que leva, há décadas, entretenimento para o mundo.


 
Fundação 23 de Setembro de 1889
Sede Kyoto, Japão
Presidente: Satoru Iwata
Empregados 3,768 (2008)
Setor: Indústria Jogos de cartas (anteriormente), Videogames (atualmente)
Produtos Principais: Game Boys, Color TV Game, NES, SNES, Nintendo 64, Nintendo GameCube, Nintendo DS, Wii, e vários jogos para estas plataformas

terça-feira, 18 de agosto de 2009



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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

A história da VISA, grandes inovações.

O Blog Colunas de Hércules conta hoje a história dessa empresa fantástica, que mudou os hábitos das pessoas no mundo inteiro.




Origem: Estados Unidos
Lançamento: 1958
Criador: Bank of America
Sede mundial: San Francisco, California
Proprietário da marca: Visa Inc.
Capital aberto: Sim (2008)
Chairman & CEO: Joseph Saunders
Presidente: John Morris
Faturamento: US$ 6.26 bilhões (2008)
Lucro: US$ 804 milhões (2008)
Valor de mercado: US$ 28.9 bilhões (junho/2009)
Valor da marca: US$ 3.33 bilhões (2008)
Cartões emitidos: + 1.7 bilhões
Presença global: + 170 países
Presença no Brasil: Sim
Funcionários: 6.300
Segmento: Financeiro
Principais produtos: Cartões de crédito e débito
Slogan: More people GO with Visa.
Website: http://www.visa.com/

Em qualquer lugar do mundo, é possível comprar de um pãozinho a um avião, pagar taxas públicas, contas, mensalidades, alugar produtos, consultas, sacar dinheiro, gasolina e até recarregar um celular pré-pago. É possível ainda realizar compras no varejo, no atacado, por catálogo, pela Internet e até em feiras livres, comércio ambulante e venda porta a porta, pizzaria e outros serviços delivery. O “dinheiro de plástico” da VISA mudou o hábito de consumo onde quer que o cliente esteja e levou segurança, ganhando assim a fidelidade e se tornando essencial para as nossas vidas. Os cartões de crédito e débito, não somente facilitam a vida dos consumidores, como se transformaram em um símbolo de consumo global.

 A História
A história da VISA é inseparável de uma das mais significantes inovações na forma de pagamento do século 20: o cartão de débito ou crédito.
Tudo começou em 1958, quando o Bank of America lançou o cartão de crédito BankAmericard, nas cores azul, branco e dourada, que seria mais tarde adotadas pela VISA, para os consumidores da cidade de Fresno-CA. A grande inovação era: o portador do cartão tinha a opção de pagar sua dívida a prazo. O êxito foi imediato e o cartão tornou-se o mais conhecido dos Estados Unidos. A partir de 1966, por meio de acordos com bancos que operavam fora do estado da Califórnia, possibilitou a afiliação de estabelecimentos e a emissão de mais cartões. Nesta época o BankAmericard iniciou um rápido crescimento, atingindo quase dois milhões de usuários. Com o crescimento dos cartões de crédito, a maioria dos bancos regionais desistiu de seus programas independentes e somou-se a um dos dois sistemas. Até que, em 9 de julho de 1970, os bancos emissores do BankAmericard começaram uma operação conjunta sob o nome de National BankAmericard Incorporated (NBI), uma empresa independente, precursora da VISA atual. Em 1973, a NBI criou o primeiro sistema de autorização eletrônico, conhecido como BASE I, e um novo centro de processamento de informações foi aberto. Finalmente, comerciantes e usuários conseguiam autorizações rápidas e eficazes em qualquer parte dos Estados Unidos, a qualquer hora do dia. O sistema de autorização eletrônico possibilitou uma expansão fantástica.
Um ano depois, o Bank of America já emitia cartões em 15 países. Ainda em 1974, foi criada a Ibanco, uma empresa multinacional, que englobava os membros do BankAmericard, destinada a administrar o programa de cartões internacionalmente. Entretanto, fora dos Estados Unidos, os bancos de alguns países se recusavam a emitir cartões associados ao Bank of America. Para superar esse obstáculo, foi necessário buscar uma marca universal, livre de associações com entidades bancárias competidoras. Em 1976, em uma convenção bancária realizada em Orlando, na Flórida, o presidente da NBI-Ibanco, Dee Ward Hock, anunciou oficialmente a mudança do nome da empresa. O cartão BankAmericard adotou uma nova imagem com a marca VISA, mantendo suas cores tradicionais - azul, branca e dourada. O nome foi escolhido por ser de fácil pronúncia em qualquer idioma e por não ter nenhuma relação com banco ou sistema financeiros. O NBI transformou-se em VISA USA e o Ibanco mudou para VISA International Service Association. Sob a liderança de Dee Hock e com a atenção voltada para seus bancos e instituições financeiras associadas, a VISA obteve rápida expansão. Com o crescimento do número de transações, um novo sistema tornou-se necessário. Surgiu assim, em 1977, a BASE II, um sistema de intercâmbio que permitiu aos bancos efetuar transações eletronicamente. Um ano depois, o cartão VISA já era o número 1 nos Estados Unidos.
  • 1974 - Introduz a função de débito em seus cartões revolucionando a forma de pagamento. Na década de 80 passaria a ser conhecido como VISA ELECTRON, estando presente na Ásia, América Latina, América Central, África e Europa, emitindo cerca de 400 milhões de cartões anualmente.
  • 1972 - Lançamento de um sistema percussor do VisaNet, possibilitando compreensiva comunicação e processamento de dados com segurança e rapidez. Hoje em dia este sistema é responsável pela afiliação e relacionamento com os estabelecimentos comerciais que aceitam cartões VISA como forma de pagamento; desenvolve e realiza a gestão da plataforma tecnológica de captura e o processamento das transações com os cartões; além de desenvolver e oferecer serviços de monitoramento, captura e processamento de transações eletrônicas para bandeiras particulares e instituições financeiras. O sistema é capaz de realizar mais de 1.100 transações por segundo.
  • 1977 - Lançamento do VISA CLASSIC, o cartão mais popular e conhecido da marca.
  • 1979 - Introdução no mercado do VISA TRAVELER’S CHECK (cheque de viagem).
  • 1980 - Introdução do cartão VISA PREMIERE, que passaria a ser conhecido como VISA GOLD, e se tornaria o cartão de crédito mais conhecido e utilizado do mundo em 1992.
  • 1983 - Baseada na premissa “Any Time, Anywhere” (A qualquer hora, em qualquer lugar), introduz uma rede de caixas automáticos para saques, proporcionando 24 horas por dia de modernidade aos seus consumidores. Primeiramente os caixas automáticos estavam localizados em lugares com grande movimentação de turistas como aeroportos. Não demorou muito para postos de gasolina, lojas de conveniência e outros muitos estabelecimentos também ganharem seus caixas automáticos.
  • 1984 - Introdução do holograma conhecido como DOVE (pomba) em todos os cartões de crédito, geralmente seguido pelos quatro últimos dígitos do número do cartão. O holograma foi introduzido como uma medida de segurança para evitar fraudes e falsificações.
  • 1986 - Inicia parceria com a PLUS ATM aumentando ainda mais sua rede de caixas automáticos. A empresa foi totalmente adquirida pela VISA em 1993.
  • 1995 - Em parceria com a Europay e a Mastercard desenvolveu o sistema de Chip nos cartões de crédito.
  • 1996 - Lançamento do cartão de débito VISA CASH durante as Olimpíada de Atlanta, nos Estados Unidos. Este cartão com chip, que funciona como um porta moedas eletrônico, é utilizado em muitos países do mundo.
  • 1997 - Atinge a impressionante marca de US$ 1 trilhão em transações.
  • 1999 - Conduziu a primeira transação de um cartão de crédito em Euro. Lançamento dos cartões inteligentes com função de crédito e débito.
  • 2000 - Lançamento do VISA BUXX, um cartão pré-pago e recarregável destinado para adolescentes com idade a partir de 13 anos. Os responsáveis pela conta do cartão controlam quanto o jovem pode gastar por meio do valor pré-carregado em seu cartão. Aprendendo na prática como administrar o dinheiro que recebe, o jovem é estimulado desde cedo a desenvolver responsabilidade sobre suas finanças pessoais.
  • 2001 - Lançamento do Verified By VISA, um serviço para aumentar a segurança das compras via Internet, tanto para os compradores quanto para os lojistas virtuais, agregando segurança devido à verificação de mais dados além da senha. Esta verificação é realizada através do banco emissor a partir da solicitação e validação de informações e que devem ser de conhecimento apenas do titular do cartão. Lançamento do VISA GIFT CARD, um cartão presente pré-pago utilizado para presentear pessoas queridas. Uma alternativa prática e moderna,uma solução diferente e original.
  • 2002 - Lançamento do VISA TravelMoney, um cartão pré-pago, recarregável, protegido por senha, que pode ser utilizado em qualquer um dos mais de 890 mil caixas automáticos da rede Visa/Plus espalhados pelo mundo. O cartão pode ser carregado na moeda que os bancos emissores oferecerem e efetuar compras nos mais de 14 milhões de estabelecimentos comerciais da rede VISA. Além disso, é possível sacar o dinheiro na moeda local, facilitando o pagamento de pequenas despesas no país que o turista estiver.
  • 2003 - Lançamento no Brasil do VISA VALE, um cartão de refeição e alimentação, oferecendo aos trabalhadores um serviço de benefícios muito mais prático e seguro.
  • 2004 - O volume de transações com cartão de débito supera as de crédito.
  • 2007 - Lançamento em setembro do VISA PayWave, uma iniciativa global que oferece um conjunto abrangente de ferramentas de tecnologia e aplicativos destinado a permitir o desenvolvimento de produtos e a comercialização de serviços de pagamentos por comunicações móveis.
Evolução Visual
Os cartões de crédito também foram reformulados ao longo dos tempos como podemos ver na imagem abaixo.
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A Campanha Global
No início de 2009, a VISA apresentou sua primeira campanha publicitária global, intitulada “Mais pessoas Vão com Visa” (More people GO with Visa), refletindo sua evolução para uma companhia unificada e global. A nova campanha permitiu que a marca alinhassearketing mundial em torno de um só tema, que destaca a superioridade do valor oferecido pelos produtos da VISA em comparação ao cheque e ao dinheiro — incluindo mais segurança, mais controle e mais conveniência. A campanha está centrada na principal estratégia de crescimento da VISA — migrar os pagamentos realizados por consumidores e empresas em dinheiro e cheque para um método de pagamento eletrônico melhor, ou seja, com cartões VISA.
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Ao focar no estímulo ao uso dos produtos da VISA ao invés de dinheiro ou cheque, a campanha ajuda a promover o crescimento dos negócios de pagamentos das instituições financeiras clientes da marca. Ao mesmo tempo, oferece a eles a oportunidade de concentrar seus esforços de marketing na diferenciação de seus produtos VISA aos da concorrência e no fortalecimento de seus relacionamentos com os clientes finais. A campanha também apoia os estabelecimentos comerciais parceiros da VISA ao promover a conveniência de usar pagamentos eletrônicos em categorias de comércios-chave.
A campanha é ao mesmo tempo otimista e calcada na realidade de que as pessoas querem viver o momento, mas dentro de suas possibilidades. Reconhece que, mesmo em tempos de incerteza, as pessoas querem seguir adiante, e destaca que a VISA oferece inúmeros produtos de pagamento e ferramentas de educação e gestão financeira esclarecedoras para ajudá-las nesse sentido.
Os Slogans
Life takes visa. (2006)
It's everywhere you want to be. (1985)Visa. Love every day. (Europa)Wherever it takes you, the future takes Visa.
Could be cheap. Could be expensive. Visa. All you need.
Life takes __blank__. Life takes VISA.
All It Takes.
Enjoy life’s opportunities.
Porque a Vida é Agora.
(Brasil)
O Valor
Segundo a consultoria britânica InterBrand, somente a marca VISA está avaliada em US$ 3.33 bilhões, ocupando a posição de número 100 no ranking das marcas mais valiosas do mundo. A empresa também ocupa a posição de número 394 no ranking da revista FORTUNE 500 (empresas de maior faturamento no mercado americano).
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A marca no Brasil
No Brasil está presente desde 1971 operando inicialmente com o banco Bradesco. Em 1986 passou a operar juntamente com a Credicard e finalmente em 1986 passou a operar por conta própria.

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More people GO with Visa. (2009)

Novo GadGet do Colunas de Hércules

Adicionado mais um Gadget, o Chat do GTalk.

Na coluna à esquerda você encontra o seguinte ícone:


Quando o status estiver "livre", basta clicar e você poderá interagir comigo através do Chat do Google Talk.

Espero poder colaborar e trocar muitas informações com o amigo leitor .

Abraços.

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Conheça a B2W, uma fusão de sucesso.



B2W (Business to World) ou B2W Companhia Global do Varejo é atualmente a maior empresa de comércio varejista on-line do Brasil, fruto da fusão entre Americanas.com e Submarino.com.

De acordo com dados de outubro de 2008, as Lojas Americanas possuem o controle acionário do grupo, detendo 54,56% do capital social; do restante, 42,88% das ações estão em livre circulação no mercado e os 2,56% restantes estão na Tesouraria da empresa. A nova empresa nasceu com cerca de 50% do setor de vendas on-line no país, com forte perspectiva de expansão em diversos canais de distribuição, com o objetivo de competir com as maiores empresas do varejo tradicional.



A B2W tem planos para expandir suas operações para outros países da América Latina, bem como a Índia. A nova empresa iniciou as operações em 2006 com o valor de mercado de cerca de R$6,5 bilhões, tornando-se a terceira maior do setor no mundo.

No portfolio do grupo atualmente constam as empresas Lojas Americanas, Submarino, Shoptime, bem como as subsidiárias Ingresso.com, B2W Viagens e Submarino Finance. O grupo ainda controla as operações da Blockbuster no Brasil.


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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Conheça O Futuro dos Supermercados





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