O Valor de uma Ideia Genial

Você já teve alguma idéia genial?

Mundo: A Farsa do Crescimento Chinês

Parece cena de seriado, as cidades fantasmas que a China levanta para manipular o PIB do país

Luxo: Conheça tudo sobre a casa mais cara dos Estados Unidos

A vida das pessoas mais ricas do mundo estão aqui no blog para você conhecer de perto.

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A história da maior e melhor rede de fast food do mundo.

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sexta-feira, 31 de julho de 2009

Mais um brasileiro empreendedor

Entrevista do Blog do Empreendedor de Pedro Mello do Portal Exame com Oriovisto Guimarães , presidente do Grupo Positivo

Nessa entrevista ele conta como 8 professores começaram a empresa que inicialmente era apenas um cursinho super-revisão de 10 dias pré-vestibular e se tornou a maior fabricante de computadores do Brasil, dona de faculdades, colégios e editoras.

Com 6 mil funcionários, e mais de 2500 escolas utilizando os seus materiais didáticos.

O grupo fatura quase 2 bilhões de reais por ano, as empresas pertencentes ao grupo são:

  • Editora Positivo
  • Gráfica Posigraf
  • Universidade Positivo
  • Colégio Positivo Junior
  • Colégio Positivo Jardim Ambiental
  • Colégio Positivo Ângelo Sampaio
  • Curso Positivo
  • Centro de Línguas Positivo
  • Centro de Pesquisas Positivo
  • Ex-Alunos Positivo
  • Escolas Integradas Positivo
  • Positivo Informática

Mais um caso de sucesso no Blog Colunas de Hércules

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Abaixo algumas dicas úteis que podem te ajudar nessa tarefa.

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terça-feira, 14 de julho de 2009

Um Supermercado em cada Elevador

UM SUPERMERCADO EM CADA ELEVADOR
Soldatopo, investe capacidade industrial e presença nos canteiros de obras para dotar prédios e condomínios de unidades Tora Tora, levando solução inteligente de varejo para um apressado e digital consumidor moderno.



Quer saber mais sobre a Tora Tora?

Jovens empreendedores brasileiros abrem empresa de informática.

O Colunas de Hércules incentiva o empreendedorismo, você sonha em ser empresário? compartilhe suas idéias com agente.

Veja a história de jovens empreendedores do setor de informática que começaram seu próprio negócio a partir do computador pessoal de casa e já chegaram a ter 35 funcionários e uma carteira de 500 clientes. Hoje trabalham com 20 grandes empresas e com o triplo do faturamento.
A empresa foi fundada por Cristiano Miano aos 19 anos de idade. Cristiano já trabalhava por conta própria com informática, prestando serviços para pequenas empresas, desde os 14 anos (2 anos após ter ganhado o seu primeiro computador).

A empresa deles é a Digipronto (http://www.digipronto.com.br/)

Eles já tiveram como clientes as seguintes empresas :

  • Ambev
  • B2
  • CBRE
  • CBREMS
  • Ciesp Leste
  • Ciesp Oeste
  • Ciesp Sul
  • Clube do Papel
  • Continental
  • Intranet Continental
  • Promoção Continental
  • Drywash
  • Eternit
  • Forno de Minas
  • Frescarini
  • Gendai
  • General Mills
  • Häagen-Dazs
  • Hines
  • Mais Cabelo
  • Miscar
  • Porto Seguro
  • Sadia
  • Saint-Gobain
  • Schering do Brasil
  • Syngenta Seeds
  • Videolar
  • Warner Home Vídeo

Em 2004 faturou R$ 400 mil e em 2006 ultrapassou R$ 1 milhão.

A dica que o empreendedor deixa é:

"Para ter sucesso é preciso planejar, gostar da profissão e nunca desistir, mantendo a confiança sempre em alta"

quarta-feira, 8 de julho de 2009

O Fator Acaso - Invenções

Muitas descobertas e invenções acontecem por acidente: sem querer, o pesquisador encontra a solução que não estava nem procurando. Isso tem um nome peculiar: serendipidade.
Muitas descobertas e invenções acontecem por acidente: sem querer, o pesquisador encontra a solução que não estava nem procurando. Isso tem um nome peculiar serendipidade:


Thomas Alva Edison (1847-1931), o mais prolífico dos inventores, com 1903 patentes em seu nome, tinha uma visão desconcertante da genialidade. Ela é 1% inspiração e 99% transpiração, dizia, numa frase que ficou famosa, o incansável experimentador que deu ao mundo a lâmpada elétrica e o fonógrafo, para mencionar apenas suas invenções mais populares. Mas o que fazia Edison transpirar? Segundo uma versão, a surdez parcial de que ele padecia influenciou fortemente sua conduta e carreira, criando motivações para muitas de suas invenções, como assegura a veneranda Enciclopédia Britânica. O exemplo de Edison mostra como podem ser tortuosos os caminhos da criação na ciência e na tecnologia. A coleção de anedotas em torno das grandes descobertas e inovações científicas sugere à primeira vista que o processo é completamente casual e caótico e, sendo único em cada caso, não forneceria uma fórmula segura para entendê-lo e praticá-lo.

A rigor, não é bem assim, mas o célebre episódio envolvendo o alemão Friedrich August Kekulé (1829-1896) parece talhado sob medida para sustentar aquela idéia. Considerado o pai da Química Orgânica estrutural, ele andava atormentado com a estrutura do benzeno, molécula-chave dos compostos orgânicos. Os cientistas não conseguiam imaginar como seis carbonos e seis hidrogênios podiam fazer uma ligação estável formando uma molécula, porque achavam que os átomos se ligavam numa espécie de fila indiana. Um dia Kekulé foi acordado no momento em que sonhava com uma serpente que engolia a própria cauda. Sigmund Freud (1856-1939), criador da Psicanálise e do conceito de símbolo fálico, pensaria em outra coisa, mas Kekulé viu prontamente que o sonho continha a solução do problema que o afligia: em vez de fila indiana, uma molécula em forma de anel fechado.

A Química está repleta de acidentes que resultaram em grandes achados. Um dos mais notáveis acaba de completar cinqüenta anos. No dia 15 de maio de 1940, as lojas de Nova York foram invadidas por multidões femininas ávidas pela primeira compra de meias de náilon 4 milhões de pares foram vendidos em poucas horas. No entanto, esse nunca por demais louvado aperfeiçoamento da anatomia feminina, com certeza o maior em toda a história do Homo sapiens sapiens, nasceu do acaso. O náilon era apenas um dos inumeráveis polímeros testados pela Du Pont, posto de lado, sem ser patenteado, por ter um ponto de fusão baixo. O químico Julian Hill, brincando com esse rejeito industrial, enfiou um bastão de vidro no composto e, ao retirá-lo, notou que se formavam fiapos muito delgados que secavam com a aparência de fios de seda. No processo de espichamento a frio, formavam polímeros uma cadeia molecular longa, linear e resistente como as fibras naturais produzidas em escassa quantidade pelo bicho-da-seda.

Outras vezes pesquisadores descobriram coisas completamente diferentes do que buscavam. O inventor americano John Wesley Hyatt (1837-1920) perseguia febrilmente uma maneira de fazer bolas de bilhar sintéticas, para substituir o produto fabricado com o caro marfim. Ele chegou a uma bola muito boa, à base de nitrato de celulose, polpa de papel e serragem, que tinha porém um inconveniente desagradável: tacadas mais certeiras faziam explodir o nitrato, um dos componentes da dinamite. Isso eventualmente poderia tornar o jogo mais excitante, mas os apreciadores do esporte não gostaram e a bola de Hyatt foi um fracasso. Ele não desistiu. Patenteou o celulóide, o tipo de plástico que acabou se tornando matéria-prima milionária para a confecção de colarinhos, canetas, pentes, embalagens de toda natureza e substrato de filmes.

Um livro publicado em 1989 nos Estados Unidos, Serendipity Accidental discoveries in science ("Serendipidade descobertas acidentais na ciência", ainda não editado no Brasil), de autoria de Royston M. Roberts professor de Química na Universidade do Texas, arrola centenas desses achados casuais. A palavra serendipidade não consta dos dicionários da língua portuguesa. Vem do árabe Sarandib, antigo nome da Ilha do Ceilão, atual Sri Lanka. O termo foi empregado pela primeira vez pelo escritor inglês Horace Walpole (1717-1797) para designar o dom de achar coisas valiosas ou agradáveis não procuradas. Numa carta, Walpole comentou um conto de fadas persa, "Os três príncipes de Serendip", no qual eles "estavam sempre realizando alguma descoberta, por acidente ou sagacidade, de coisas das quais não estavam em busca". Daí, cunhou serendipity para expressar essas felizes descobertas.

Mas, ao mencionar a sagacidade como um dos caminhos para a descoberta, Walpole ilumina um pouco mais a questão, mostrando que a invenção nunca é puramente acidental e caótica. Como Louis Pasteur (1822-1895), o inventor da pasteurização e da vacina anti-rábica, disse certa vez, "o acaso só favorece a mente preparada". Ou seja, qualquer um pode sonhar com cobras (e aproveitar a deixa para jogar no bicho), mas na mente preparada do químico Kekulé pode-se dizer que o sonho já continha a metáfora da solução que ele tanto procurava. O estalo que teve ao despertar consistiu em decifrar a mensagem que ele próprio havia escrito. O argumento de Pasteur vale também para o leigo que espichasse o náilon gosmento nunca iria perceber a utilidade da coisa.

"As idéias não caem do céu como se viessem do nada", observa a professora Amélia Hamburger, do Instituto de Física da Universidade de São Paulo, uma estudiosa da História da Ciência. "É claro que há um componente aleatório no processo de descoberta e as pessoas devem estar atentas a todo instante para reconhecer uma coisa nova", argumenta ela. "Mas, fundamentalmente, tanto na técnica quanto na ciência, é necessário ter uma grande familiaridade com o assunto." Às vezes, coisas prosaicas podem fazer toda a diferença para a mente preparada. Em 1889, os alemães Joseph von Mering e Oscar Minkowski estavam estudando a função do pâncreas na digestão. Tiraram o órgão de um cachorro para ver o que acontecia. O cão, estropiado, continuou vivo, mas os pesquisadores notaram que a quantidade de moscas tinha aumentado muito no laboratório depois da operação. Um enxame delas disputava furiosamente a urina do animal. Em vez de demitir o subalterno que cuidava da higiene do local, a dupla resolveu estudar a urina do bicho e descobriu que ela estava inundada de açúcar, um sinal já conhecido do diabete.

Mering e Minkowski perceberam imediatamente que o pâncreas devia produzir alguma substância controladora do uso do açúcar no organismo. A insulina, que faltava na urina e no metabolismo do cão operado, foi descoberta finalmente em 1921 por Charles Best e Sir Frederick G. Banting, da Universidade de Toronto, Canadá. A descoberta, que melhorou a vida de milhões de diabéticos, poderia ter demorado muito mais se 32 anos antes dois pesquisadores não estivessem atentos para reconhecer uma coisa nova, como diz a professora Amélia no caso, as moscas que apareceram misteriosamente no laboratório.

O remédio mais popular da História, de seu lado, surgiu de um engano. Por volta de 1870, segundo o autor de Serendipity, o químico Felix Hoffman, da Bayer, estava procurando uma maneira de usar o fenol, um germicida, em infecções. Testou um extrato de uma planta da espécie Spiraea, que continha fenol. Nos primeiros experimentos a pílula de Hoffman não teve a menor utilidade no combate à infecção, mas os pacientes notaram que ela era boa para baixar a febre e para abrandar dores como as causadas pela artrite. A substância ativa do extrato era o ácido acetilsalicílico. Em homenagem à planta, o medicamento foi batizado de aspirina. É bem possível que a cura de muitas doenças esteja dormindo num frasco empoeirado em algum laboratório à espera de um acaso como o que ocorreu na descoberta da clorpromazina, substância psicoativa que foi testada como anestésico pré-operatório na década de 40.

Os franceses Jean Delay e Pierre Deniker ficaram surpreendidos com a "quietude eufórica" dos pacientes que tomavam a droga e resolveram experimentá-la em maníacos depressivos e esquizofrênicos. Foi uma revolução médica inesperada, acontecida do dia para a noite. A partir de então, pacientes esquizofrênicos, em fase mais branda da doença, puderam deixar os hospitais e levar uma vida quase normal. Essa descoberta que ninguém perseguia levou a outra, igualmente importante. Doses excessivas de clorpromazina, notaram os médicos, provocavam sintomas nítidos do mal de Parkinson, doença que atinge dramaticamente pessoas idosas. Já se sabia que o esquizofrênico tem uma superatividade de dopamina, um neurotransmissor, no cérebro. Se a clorpromazina reduz o efeito da dopamina e se ela provoca sintomas do mal de Parkinson em pessoas normais, então, logicamente, a doença é causada por uma escassez de dopamina. De fato, o uso de L-dopa, um precursor da dopamina, mostrou-se muito eficaz para minorar o sofrimento da moléstia.

Com o aparecimento dos grandes laboratórios químico-farmacêuticos, acidentes felizes desse tipo começaram a se multiplicar. Em abril de 1957, por exemplo, químicos do laboratório Hoffman-La Roche, na Suíça, receberam a ordem de abandonar as intermináveis experiências com variantes de substâncias químicas formadas por um ou mais anéis de carbono com átomos de nitrogênio. No momento de encerrar a rodada de experiências com tais drogas, um dos pesquisadores lembrou-se de que várias delas, sintetizadas dois anos antes, nunca tinham sido testadas. Daí surgiriam o Librium e o Valium, os tranqüilizantes mais receitados no mundo.

A lista de drogas descobertas dessa maneira é longa e inclui a ciclosporina, testada sem sucesso como anticancerígeno e arquivada por décadas até se mostrar a substância que viabilizou todo um novo capítulo da história da Medicina, como o remédio anti-rejeição que permitiu a rotina atual dos transplantes de órgãos. O AZT, a única droga efetiva até agora contra os sintomas da Aids, também foi um desses felizes equívocos nos primeiros testes era também um medíocre medicamento anticâncer. Uma importante descoberta pode ficar na obscuridade enquanto ninguém souber direito para que serve. É comum dizer que a necessidade é a mãe da invenção, mas um balanço histórico mostra que nem sempre isso é verdadeiro. Ninguém imagina um grande escritório moderno sem uma copiadora xerox. O americano Chester Carson inventou o processo xerográfico em 1938 e teve de andar seis anos em busca de um financiador. Não achou. Fundou sua própria empresa e somente vinte anos depois viu o invento comercializado.

Uma descoberta pode ficar décadas no limbo por uma variedade de motivos. A razão mais citada e na maioria das vezes falsa é de que grandes grupos industriais sabotam o aparecimento de novidades. Mas, pelo menos em um caso documentado, isso aconteceu. Em 1933, o americano Edwin Armstrong inventou o rádio de freqüência modulada (FM), que eliminava interferências e permitia a transmissão de sons em alta fidelidade. O dono da RCA Victor, David Sarnoff, amigo pessoal de Armstrong, rechaçou o invento unicamente porque a empresa não estava preparada para mudar seus enormes investimentos em transmissores de amplitude modulada (AM). Pior ainda, depois da Segunda Guerra Mundial as rádios FM começaram a proliferar e Armstrong enrolou-se em prolongadas batalhas judiciárias. Ao fim, as empresas, entre elas a RCA, foram condenadas a pagar-lhe mais de 20 milhões de dólares. Tarde demais porém. De desgosto, Armstrong havia se suicidado em 1954.


sexta-feira, 3 de julho de 2009

Atari: A História dos Games.


ATARI



Atari, Inc.
Empregados 1800 (2005)
Website www.atari.com


1972- Atari, Inc. é uma empresa de produtos eletrônicos, e uma das principais responsáveis pela popularização dos video games. Foi fundada em 1972 por Nolan Bushnell e Ted Tabney, e no mesmo ano começou a produzir em massa máquinas que reproduziam o jogo Pong.
1976- Com o lançamento do processador MOS 6502, muito barato e rápido para a época, a empresa criou o Atari 2600. Com o sucesso do console, a empresa foi vendida para a Warner Communications por cerca de US$ 30 milhões, chegando a ser a empresa que mais crescia nos Estados Unidos.

Imagem jogo PONG
1978- Lançou o Atari 2600, de longe seu maior sucesso (e posteriormente o ícone da empresa). Haviam centenas de empresas produzindo jogos (que chegavam aos milhares de títulos) para o 2600, entre elas a SEGA, a Coleco, e a Nintendo.

1980- No lançamento o Atari 2600 custava US$ 199 e vinha com 2 joysticks, o jogo Combat, e um modulador de RF para ligar o console na televisão. No primeiro ano vendeu 250.000 unidades mas somente se tornou um sucesso em 1980 quando recebeu uma versão do jogo Space Invader, que era um grande sucesso dos fliperamas da época, e com isso conseguiu vender mais de 2 milhões de consoles.

1982- Com o lançamento dos jogos E.Ts e Pac-Man a ATARI começou a cair, investiram muito nos games que não vederam nada, e tiveram que enterrar milhões de cartuchos no deserto, cerca de 14 caminhões lotados.

1983- Como o Brasil vivia em uma época de mercado fechado, pois havia uma lei que proibia a importação de produtos eletronicos, o Atari só chegou 6 anos depois do lançamento. E mesmo assim eram games "clones" do Atari, fabricados por empresas nacionais. Para se fabricar um Atari aqui, as empresas brasileiras precisavam passar por testes feitos pela SEI ( Secretária Especial de Informática) onde era decidido que peças poderiam ser importadas e quais deveriam ser fabricadas aqui. Então os ATARIs que nós temos lembranças, são desses fabricados no Brasil.

Nesse mesmo ano teve prejuizo de US$ 500 milhões. Ainda assim, a Atari era líder de mercado em todo o mundo, menos no Japão, onde a Nintendo havia lançado o Famicon, que mais tarde ficou conhecido no resto do planeta como NES. Ambas negocianvam para lançar o NES nos Estados Unidos sob a marca americana, mas um desentendimento por causa dos direitos sobre o jogo Donkey Kong levaram as empresas a romper o acordo. A Nintendo então lançou sozinha o NES, se tornando líder absoluta de mercado até 1991 com o surgimento do Sega Genesis, batizado de Mega Drive no Brasil .

Imagem do jogo Donkey Kong

1993- Para competir com o Super Nintendo e o Mega Drive/Genesis, a Atari lança o Jaguar. Considerado o primeiro videogame de 64 bits, era tão potente quanto o Sony PlayStation e Sega Saturn. Mas mais uma vez um produto da empresa foi um fracasso comercial, forçando a Atari a deixar o mercado de hardware e se concentrar nos jogos. A essas alturas a empresa ainda estava bem de dinheiro, já que havia ganho diversos processos na justiça.


2009- Hoje a empresa trabalha, com sucesso, em jogos de PC e consoles. A série de jogos Dragon Ball Z é uma das de mais sucesso dos últimos tempos, da empresa. O game Farenheit, lançado como Indigo Prophecy no Brasil em 2005, foi considerado um jogo de sucesso pela crítica. Os jogos da série de filmes Matrix também faz parte do acervo da empresa. Outro sucessos incluem Neverwinter Nights, Test Drive, DRIV3R e a série Alone in the Dark.

Reestruturação do Blog

Olá amigos leitores,

O blog Colunas de Hércules passará por uma reestruturação, direcionando seus posts para temas mais característicos e específicos.

Como já fiz com a Coluna VAREJO, criando um novo blog o BLOG SUPERMERCADO DO FUTURO também vou mudar as outras.

O blog passará a partir de hoje a ter 3 principais colunas e serão subdivididas de acordo com o tema, assim facilitará que as encontrem no menu NOSSAS COLUNAS.

  • Sucesso
  • Idéias
  • Fatos

Na coluna Sucesso, serão englobadas as colunas MUNDO, TORA TORA e VIDA. Lá postarem sobre a história de empresas, de empresários de sucesso e novidades sobre a minha empresa a Tora Tora

A coluna Idéias substiruirá as colunas TECNOLOGIA, DICAS e LIVRO. Essa coluna será destinada exclusivamente à inovação, mostrando novidades que estão sendo lançadas, grandes idéias lucrativas, dicas para empresários e futuros empreendedores assim como links para pequisa , livros e conteudo relacionado à inovação tecnológica.

A ultima coluna, Fatos, mostará o que vem acontecenod no mundo dos negócios, no Brasil e no mundo. Tomando lugar, assim, das colunas BRASIL e ACONTECEU! .

Haverá ainda espaço para colunas extras como a Copa do Mundo e a Campanhas.

Obrigado,

continuem acompanhando o blog, que ficará cada vez melhor.

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