O Valor de uma Ideia Genial

Você já teve alguma idéia genial?

Mundo: A Farsa do Crescimento Chinês

Parece cena de seriado, as cidades fantasmas que a China levanta para manipular o PIB do país

Luxo: Conheça tudo sobre a casa mais cara dos Estados Unidos

A vida das pessoas mais ricas do mundo estão aqui no blog para você conhecer de perto.

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A história da maior e melhor rede de fast food do mundo.

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sábado, 27 de junho de 2009

Sinal verde para construção de nova nave européia

Coluna: Tecnologia

Veículo de reentrada na atmosfera

A Agência Espacial Europeia (ESA) deu o sinal verde para o início da construção de um novo veículo de reentrada na atmosfera, destinado a trazer de volta carga e tripulação do espaço. O IXV, ou Veículo Experimental Intermediário, faz parte do Programa Preparatório de Lançadores do Futuro (FLPP) da ESA.

O objetivo do projeto IXV é desenvolver um veículo demonstrador (para teste de tecnologias e materiais) de reentrada atmosférica autônomo, com um desempenho aerodinâmico aprimorado, graças ao seu formato, e equipado com um sistema de controle baseado em superfícies aerodinâmicas e de propulsão e com proteção térmica avançada para a reentrada atmosférica.

Acima da Estação Espacial Internacional

O veículo pesará cerca de 1800 kg e será lançado por um foguete Vega a partir do Porto Espacial Europeu em Kourou, na Guiana Francesa. O foguete colocará o IXV a uma altitude de aproximadamente 450 quilômetros, um pouco acima da altitude normal da Estação Espacial Internacional, o que o capacitará a diversos tipos de missão, além da realização autônoma de experimentos no espaço.

A partir de lá o veículo experimental iniciará o voo de regresso à Terra, caindo de uma forma segura e suave no Oceano Pacífico.

Com uma velocidade de entrada aproximada de 7,5 quilômetros por segundo, o IXV realizará, já em seu voo de estreia, uma missão completa, totalmente representativa dos voos que ele deverá realizar quando for posto em serviço.


Novas tecnologias


"A missão do IXV é uma oportunidade única para procurar resolver uma grande parte das necessidades básicas europeias da reentrada a partir da órbita baixa, consolidando a experiência e os conhecimentos necessários para o desenvolvimento de qualquer futuro sistema de reentrada europeu, em especial o desempenho aerodinâmico e a característica aerotermodinâmica da fase de reentrada, os materiais de proteção térmica e o sistema de controle, orientação e navegação," declarou Giorgio Tumino, diretor do projeto IXV da ESA."

A empresa Thales Alenia Space será responsável pela concepção, desenvolvimento e integração do veículo e liderará uma equipa composta pelas maiores indústrias europeias e integrada nas universidades e nos centros de investigação da Áustria, Bélgica, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Portugal, Espanha, Suécia, Suíça e Holanda. A entrega do veículo à ESA está planejada para o fim de 2012.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

O mais jovem bilionário da história

Você sabe quem é o mais jovem bilionário da história da humanidade que construiu sua própria fortuna e como foi que ele fez isso?

A história de Mark Zuckerberg e de sua criação, o Facebook

Ainda me espanta pessoas que não acreditam que a Internet é um “mundo” com possibilidades reais de negócios nunca antes imaginado.
Quero que você conheça mais uma de tantas histórias de sucesso da Internet , a história do mais jovem bilionário da história e seu nome é Mark Zuckerber.
A vida de Zuckerberg parece um roteiro de filme. Um garoto superinteligente inventa uma ferramenta tecnológica quando estudava numa faculdade importante, como Harvard. Ele lança a novidade e recebe ótimas críticas. Alguns figurões começam a rondar o dormitório para conhecê-lo. Aí, ele desiste da faculdade para cuidar de seu rebento e mudar o mundo. Em apenas três anos, o Facebook, que começou como um site para unir alunos da faculdade se transformou no maior concorrente do MySpace, principal site de relacionamento dos Estados Unidos, controlado pelo magnata da mídia Rupert Murdoch.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Franquias reduzem custos e tamanho de lojas para crescer no interior

Habib's, Yázigi e Nobel estão entre as redes em fase de 'interiorização'. Investimento necessário para abrir lojas no interior pode ser 50% menor.

À medida que o mercado de franquias no Brasil amadurece, as empresas mais antigas buscam formas de continuar a crescer, evitando que seus franqueados "se acotovelem" nos grandes centros urbanos do país.

Para garantir o ritmo de crescimento do setor – que projeta alta de 13% em 2009, após expansão de 19% no ano passado –, as grandes redes estão adaptando seus negócios para se expandir pelo interior, incluindo nessa estratégia cidades com menos de 100 mil habitantes. Para aumentar a presença das marcas fora dos grandes centros, a adaptação passa tanto pela redução do espaço físico quanto do investimento inicial para a abertura do negócio, que pode cair mais de 50%.

FAST FOOD



Conhecida por lojas de cerca de 350 metros quadrados, a rede de fast food Habib's desenvolveu uma versão "mini" de suas unidades pensando em bairros mais distantes e em municípios de menor porte.

São restaurantes de 150 metros quadrados, que exigem investimento de R$ 600 mil a R$ 700 mil do franqueado, cerca da metade do valor exigido para as lojas maiores, que varia de R$ 1,2 milhão a R$ 1,5 milhão.

Segundo o diretor de expansão do Habib's, João Augusto Ribeiro Penna, as lojas menores também têm custos fixos inferiores, pois o número de funcionários e o valor do aluguel também cai com a redução da área de vendas.

O tempo de retorno do investimento, porém, é o mesmo das lojas grandes, variando de 24 a 36 meses, uma vez que a projeção de faturamento dos Habib's "mini" é também menor.

Penna diz que a necessidade da criação de um novo modelo de restaurante foi percebido especialmente na prospecção de mercados no interior de São Paulo. Mas o projeto de expansão do Habib's neste ano inclui, segundo o executivo, as regiões Nordesde e Centro-Oeste.

"Vamos assinar os contratos para o franqueador master de São Luís (MA), que atenderá também a região de Teresina (PI)", ressalta Penna. Ao longo deste ano, também deve ser definida a trajetória de expansão da marca para Campo Grande e Cuiabá

Escola de Inglês


Com 59 anos de mercado, a escola de idiomas Yázigi também busca o interior para aumentar o número de unidades de 402 para 500 até 2011. A empresa criou um modelo de escola para cidades a partir de 40 mil habitantes. O custo de instalação é de R$ 115 mil. Para as lojas de grande porte, recomendadas para municípios maiores, o investimento é de R$ 215 mil.
Para Alexandre Gambirasio Silva, diretor da rede, o sistema de franquias vai se desenvolver cada mais fora dos grandes centros. “O interior está sendo mesmo desbravado”, frisa. A escola diz que empreendedores em busca de um lugar mais tranquilo para viver estão entre aqueles que procuram abrir escolas de idiomas em cidades menores.

Livraria



A Franchising Ventures, central que reúne dez marcas – entre elas, Livraria Nobel, Sapataria do Futuro, Zastrás Brinquedos e Café Donuts –, também adaptou as lojas da Nobel para cidades pequenas. Desta forma, a rede possibilitou a venda de livros em cidades que não tinham essa opção.

O diretor da empresa, Sérgio Milano Benclowicz, diz que é possível abrir uma loja de 50 metros quadrados da livraria a um custo total estimado de R$ 122 mil – justamente o modelo que mais cresce no interior do país. Para unidades de 250 metros quadrados, as maiores da rede, o investimento é de R$ 262 mil.

A Livraria Nobel tem 170 lojas no Brasil e estendeu sua expansão para o exterior, onde tem 16 lojas na Espanha, 3 em Angola e 2 em Portugal. O objetivo da Franchising Ventures é oferecer negócios complementares a seus associados. Por isso, algumas lojas da Nobel também têm uma unidade Café Donuts. “Não existe obrigação. Se quiser, o franqueado pode se associar à Starbucks. Mas a relação com o mesmo franqueador reduz custos”, diz Benclowicz. Ele explica que, ao concentrar marcas, a Franchising Ventures reduz os custos dos associados com administração, que são divididos em forma de “condomínio” entre os franqueados das diferentes marcas.

sábado, 20 de junho de 2009

Arena das Dunas

Coluna: Copa do Mundo.

Vamos começar a apresentar os projetos milhonários que o Brasil fará para a Copa de 2014, citar detalhes e benefícios que trarão para o país esse que é o mauior evento esportivo do mundo.
O primeiro projeto a ser analisado pelo Colunas de Hércules é a Arena de Dunas, o complexo esportivo que será construído na cidade de Natal.

Ao custo total aproximado de R$ 900 milhões, este projeto substitui o projeto antigo batizado de Estádio Estrela dos Reis Magos que ia se localizar no município limitrofe de Parnamirim. No novo projeto, o estádio terá capacidade para 45.000 pessoas. Ao redor desse estádio será construído um shopping center, bem como prédios comerciais, hotéis de padrão internacional, anfi-teatro, bosque, um lago artificial, além da re-construção dos centros administrativos do governo e da prefeitura.



A Arena das Dunas será construida na localização do famoso Machadão, a demolição do estádio tradicional da cidade é aprovada por 73% da população natalense.

O projeto foi criado pelo arquiteto Aníbal Coutinho e será realizado 100% pela iniciativa privada. Segundo o governo do estado, oito empresas já se interessaram pelo complexo, o resultado da licitação deverá sair no final do ano para que se saiba quem executará o projeto.

A Lusoarenas, uma empresa portuguesa e uma das empresas interessadas, confirma em seu site a viabilidade do projeto: "no seu conjunto, o complexo irá gerar receitas previstas de R$ 3,4 bilhões nos primeiros cinco anos e de R$ 2 bilhões nos seguintes". Outras interessadas são a espanhola Acciona, a francesa Bouygues e a inglesa Salamanca Management.

Falta de inovação preocupa especialistas

Judy Estrin, 53, passou toda sua carreira no Vale do Silício, uma região cuja prosperidade depende da constante inovação. Estrin, antiga vice-presidente de tecnologia da Cisco Systems, fundou quatro empresas de tecnologia.



Mas ela está profundamente preocupada com o Vale do Silício - e com os Estados Unidos como um todo -, porque acredita que eles já não estejam fomentando o tipo de inovação necessária a desenvolver tecnologias revolucionárias e sustentar o crescimento da economia.
"Eu não me vejo como alarmista, em geral, mas tenho me preocupado mais e mais com o estado de nosso país e da inovação nele", ela disse na semana passada, explicando por que havia escrito um livro sobre como recuperar essa capacidade de inovação, que será lançado na terça-feira. "Temos um déficit nacional de inovação".
O livro de Estrin, Closing the Innovation Gap, é o mais recente apelo a ação entre os lançados por cientistas, especialistas em tecnologia e políticos preocupados com a futura competitividade da tecnologia norte-americana, nos últimos anos.
Em 2005, a Academia Nacional de Ciências norte-americana publicou um relatório a pedido do Congresso no qual constatava que o financiamento federal às pesquisas nas ciências físicas em 2004 era 45% mais baixo que em 1976, e que 93% dos alunos de quinta a oitava série nas escolas norte-americanas aprendem ciências com professores que não têm diplomas ou certificados para lecionar os tópicos que ensinam. Em 2007, Innovation Nation, um livro do consultor de negócios John Kao, ajudou a renovar o debate.
E este ano ambos os candidatos à presidência fizeram do apoio do governo à inovação e tecnologia parte central de sua plataforma de campanha.
Ainda assim, nem todos os observadores da tecnologia concordam com Estrin quanto às dimensões do problema de inovação.
"A crise toda da inovação está sendo um pouco exagerada", disse Paul Saffo, cuja especialidade são previsões sobre tecnologia. Inovação no mundo natural, em forma de mutação, pode ser letal, de modo que as espécies só a promovem quando estão sob ameaça severa, ele disse. "O que fez do Vale do Silício um lugar único é que tenha encontrado por acidente um modo de sustentar a inovação mesmo quando tudo está correndo bem", ele afirmou.
Estrin argumenta que a preocupação com o curto prazo e a relutância em assumir riscos estão causando um atraso considerável na inovação. Ela menciona a contribuição de diversos fatores. Um declínio nas verbas federais e no financiamento de pesquisas pelas universidades fez cair o número de idéias novas, ela afirma. E quando a pesquisa produz novas tecnologias, os empresários e os especialistas em capital para empreendimentos que as apóiam vêm sendo cautelosos demais quanto a apostar alto, especialmente depois das dispendiosas falências geradas pela crise da Internet no começo da década. Se as empresas iniciantes encontram financiamento, ela alega, novos regulamentos tornam mais difícil o seu crescimento, e a concentração dos investidores em desempenho de curto prazo desencoraja as empresas a assumir riscos.
As sugestões de Estrin para a estimular a inovação variam de idéias vagas, como aconselhar os empresários e profissionais de capital para empreendimentos a assumir mais riscos, a idéias bastante específicas, como aumentos compulsórios nos salários dos professores.
Algumas de suas receitas dificilmente se tornarão realidade, como a idéia de um órgão público que se inspiraria no banco central e determinaria a política científica sem interferência do Congresso.
Alguns pensadores da inovação concordam com a avaliação de Estrin. "As pessoas vêm perceptivelmente se concentrando no curto prazo, e relutam em fazer apostas de longo prazo", disse Vinton Cerf, o principal especialista em Internet do Google.
Cerf conduziu o desenvolvimento dos protocolos de rede que formam a arquitetura básica da Internet, um projeto com o qual Estrin contribuiu quando era aluna de pós-graduação. Ele aponta para a Internet como exemplo da necessidade de pesquisa e financiamento de longo prazo, já que o desenvolvimento da tecnologia utilizada para transmitir dados online requereu duas décadas de apoio do governo.
Robert Compton, especialista em capital para empreendimentos e empresário, disse que os Estados Unidos estão sendo perdendo sua vantagem sobre a Índia e China em termos de inovação. As crianças chinesas e indianas são obrigadas a fazer mais cursos de ciências do que as norte-americanas, disse Compton, que recentemente produziu um documentário no qual compara a educação de segundo grau nos três países. Dos formandos do ensino superior, entre 30% e 45% têm diplomas de engenharia, na Índia e China, ante apenas 5% nos Estados Unidos. O capital para empreendimentos e os pedidos de patentes vêm caindo na Europa e nos Estados Unidos, e estão em ascensão na China e na Índia, ele afirma.
O mais alarmante, na opinião de Compton, é que 60% dos doutorados em engenharia concedidos por universidades norte-americanas são conferidos a alunos estrangeiros, que hoje já não optam por ficar no país e trabalhar. "A economia dos Estados Unidos não é mais tão atraente quanto a chinesa e a indiana, e muitos deles optam por voltar para casa", ele afirmou.
Estrin e outros reconhecem que a recente alta no financiamento de empresas de energia alternativa é sinal de que a inovação está viva e bem em determinados setores. Mas ela ainda assim está preocupada por os investidores talvez não demonstrarem a paciência requerida para promover o crescimento dessas empresas.
"Caso eles tratem essas companhias da mesma forma que trataram outras - dentro de dois anos, querem ver retornos ou reduzem as verbas e começam a demitir -, não vão nos levar até onde precisamos chegar", ela afirma.
Alguns dos observadores da inovação nos Estados Unidos dizem que esses alertas são desnecessários e que parecem semelhantes a queixas semelhantes que se provaram infundadas, em décadas passadas.
Um estudo conduzido pela RAND em junho constatou que 40% do investimento mundial em pesquisa e desenvolvimento científico acontecem nos Estados Unidos. O país emprega 70% dos detentores mundiais de prêmios Nobel, e abriga 75% das 40 melhores universidades do planeta.
James Hosek, um dos co-autores do estudo, afirma que "os Estados Unidos continuam a ser o líder mundiais em ciência e tecnologia".
Mas Estrin diz boa parte das inovações que estão em uso agora foram concebidas décadas atrás, e comparou a situação a uma de árvore que parece crescer bem mas tem raízes podres.
"Boa parte do que temos é inovação de curto prazo, secundária, e as raízes da árvore não estão felizes", afirma.

Brasil é o país do presente !

Coluna: LIVROS



De país 'do futuro', Brasil se tornou 'país do presente', diz editor da ‘Economist’
Michael Reid lançou no país livro sobre a América Latina. Para jornalista, país ganhou reconhecimento em comércio e diplomacia.


Observando a evolução mundial, eu percebi que o Brasil realmnte , com sua nova postura, é visto com outros olhos pelos países desenvolviddos, agora com mais facilidades diplomáticas.

“O Brasil deixou finalmente de ser o país do futuro para ser o país do presente, fazendo frente às expectativas”

O Brasil tem sido reconhecido em áreas como comércio e diplomacia, ganhando contenciosos na Organização Mundial do Comércio (OMC) e exigindo mais espaço em organizações como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e em agências da Organização das Nações Unidas (ONU).

Embora a sigla Bric (grupo de países emergentes que reúne Brasil, China, Índia e Rússia) é mais usado como marketing do que para a sua original proposta, o Brasil terá nos próximos 20 anos um papel muito importante para a economia mundial.

Chávez

Mesmo com o Brasil crescendo economicamente, o que nós vemos sempre é o Venezuelano Hugo Chávez tomando a frente, fazendo barulho de encontro com o grandes, acredito que o nosso persidente Lula é o personagem principal das mudanças positivas que aconteceram na America Latina e que Chavéz é o protagonista dos assuntos não importantes que degrinem a democracia

As mudanças mais importantes as quais eu me refiro são a gradual emergência e consolidação de democracias estáveis e economias de mercado que ocorrem principalmente no Brasil, Chile, México e Colômbia.

Torço para que nas próximas eleições os brasileiros elejam um presidente para continuar o trabalho do Lula, independente de ser do PT ou da oposição o importante é o Brasil continuar crescendo e ganhando respeito frente aos países desenvolvidos.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

STF derruba exigência de diploma para exercício da profissão de jornalista

Agora não é mais obrigatório ter diploma para exercer a profissão de Jornalista

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (17) derrubar a exigência do diploma para exercício da profissão de jornalista que perdurava por 40 anos.

Em plenário, por oito votos a um, os ministros atenderam a um recurso protocolado pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo (Sertesp) e pelo Ministério Público Federal (MPF), que pediam a extinção da obrigatoriedade do diploma.


Os cursos de jornalismo e comunicação social continuarão existindo e qualificando profissionais, a mudança está apenas na liberdade de expressão garantida pela nossa constituição, qualquer pessoa poderá trabalhar como jornalista para uma empresa do setor Radio, TV, etc...

Agora as empresas estão livres para escolher os seus funcionários. Com certeza muitas irão preferir ainda aqueles diplomados, mas nada impede que alguem talentoso sem diploma seja contratado, essa é a diferença, o diploma, aquele papel escrito confirmando a sua profissão, não é mais pré-requisito para o emprego.

Na minha opinião, isso deveria acontecer em outras áreas que não necessitam de conhecimento técnico e específico para a atividade.

Abriria várias portas e oportunidades, assim como surgiriam novos mercados e setores, como nesse caso, logo veremos inovações na comunicação.

Por exemplo, países como os Estados Unidos, Japão e França também não exigem o diploma de jornalismo, mas ainda possuem cursos de jornalismo, cursos esses mais diversificados, especificos, direcionados a certos setores da profissao, qualificando assim o profissional da comunicação com conhecimentos tecnicos e os diferenciando no mercado de trabalho.

Qualquer movimento em direção à liberdade e abertura de novas portas na economia terão o meu apoio.

Diploma pra mim não é sinonimo de competencia, muito menos garantia de sucesso profissional, ainda mais com o nosso ensino público. Quem estuda ou estudou aqui sabe como é péssimo.

Para quem ainda discorda dessa idéia deve saber que a metade dos 10 homens mais ricos do mundo listados pela revista Forbes não completou a faculdade. Para citar alguns exemplos, a lista dos bilionários e milionários sem curso superior inclui o co-fundador da Microsoft, Bill Gates, e o criador da Dell, Michael Dell, além de Paul Allen (Microsoft), Steve Jobs (Apple), Larry Ellison (Oracle) e Li Ka-Shing (o mais rico da Ásia).

Quer garantir o seu sucesso?

Então seja competente, com ou sem diploma.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Tecnologia: Realidade Aumentada

A Realidade Aumentada

A nova sensação dos programadores em imagens.

Assita um video exemplo:





Realidade Aumentada (RA) é uma linha de pesquisa dentro da ciência da computação que lida com integração do mundo real e elementos virtuais ou dados criados pelo computador. Atualmente, a maior parte das pesquisas em RA está ligada ao uso de vídeos transmitidos ao vivo, que são digitalmente processados e “ampliados” pela adição de gráficos criados pelo computador. Pesquisas avançadas incluem uso de rastreamento de dados em movimento, reconhecimento de marcadores confiáveis utilizando mecanismos de visão, e a construção de ambientes controlados contendo qualquer número de sensores e atuadores.

Essa técnica está movimentando o setor de programação e sendo utilizada e incorporada a varios produtos, principalmente na área de marketing como já usada pela BMW e por um empresa de Figurinhas, isso mesmo, até no tradicional e icônico mercado de cards e figurinhas. A Topps é uma das pioneiras em cards de jogadores de baseball, fundada em 1938, e responsável por criar toda uma cultura e uma legião de colecionadores aficionados em torno do produto.

Durante muito tempo foi um negócio estimado em 1 bilhão de dólares, mas que vem encolhendo cerca de 200 milhões de dólares anualmente, segundo a Major League Baseball Properties. Ainda que tenha tentado inovar e gerar uma rede social online em torno dos cards, a Topps acredita que a internet acabou tornando o ato de colecionar papel um tanto ultrapassado e sem sentido para os garotos de hoje.

Sendo assim, a empresa se uniu com a francesa Total Immersion para lançar uma nova linha de cards de baseball: a Topps 3D Live. Nada mais é do que colocar um pouco de tecnologia no papel, e assim dar novo fôlego para toda uma indústria.



Através de realidade aumentada, basta colocar o cartão em frente uma webcam para fazer o jogador ganhar vida. E quando falo em ganhar vida, não é apenas ter um modelo 3D se movimentando na tela, mas também com a possibilidade de interagir e comandar o jogador. É possível até gerar disputas de um card com o outro, já que o software reconhece as informações de habilidade de cada jogador, mostrando quem é o melhor.

Assista o vídeo abaixo para entender melhor. Inspirador, para dizer o mínimo, e um belo exemplo de como usar a tecnologia a favor do produto, não apenas porque está na moda.


Confira no vídeo abaixo:




quinta-feira, 11 de junho de 2009

O Fenômeno TWITTER - História e Curiosidades

Um post interessante para os internautas brasileiros é esse que fala sobre o TWITTER tão famoso no mundo inteiro que já está se espalhando no Brasil.
Um simples micro-blog que possui características unicas e que existe há um pouco mais de 3 anos.
O Twitter nasceu quando @Jack, @Biz, @Noah, @Crystal, @Jeremy, @Adam, @TonyStubblebine , @Ev, @Dom, @Rabble, @RayReadyRay, @Florian, @TimRoberts e @Blaine trabalhavam em uma empresa chamada Odeo Inc. localizada em South Park, San Francisco. A empresa estava passando por maus bocados pois sofriam uma brutal concorrência da Apple e outros pesos pesados da informática. Em virtude disso, a diretoria adotou a estratégia de “reinventar a empresa”.
“Reinicializar” ou “reinventar” começou com uma divisão de equipes. Cada equipe iria elaborar e explicar suas melhores idéias. O grupo de @Jack descreveu pela primeira vez um serviço que utilizava SMS (mensagens curtas por celular) para pequenos grupos avisando-os sempre sobre “o que você está fazendo”. @Jack dizia:
“Eu quero ter um serviço de envio que nos ligue aos nossos telefones usando texto.”
A idéia era tornar esse serviço tão simples que você não pensasse no que está fazendo, bastava apenas digitar algo, e enviá-lo.

Posteriormente numa reunião, cada grupo apresentou suas idéias na empresa. Foram selecionadas algumas poucas para prototipagem. Versões demos foram analisadas. A idéia do grupo de @Jack se sobressaiu e subiu ao topo como uma combinação de várias idéias. @Jack, @Biz e @Florian foram incumbidos de construir a versão 0.1, que seria gerenciada pelo @Noah. O resto da empresa ficou focada na manutenção da Odeo.com, para que o grupo de @Jack pudessem se concentrar neste novo projeto sem se preocupar com o dia-a-dia da companhia.
A primeira versão da idéia de @Jack foi totalmente baseado na web. Foi criada em 21 de Março de 2006. Umas das primeiras mensagens foi:

Ah isso vai ser viciante.





Como era um projeto secreto, os usuários foram limitados exclusivamente para os funcionários da empresa e os seus familiares. Ninguém foi autorizado a contactar amigos que trabalhavam em outras empresas. Durante meses, foi o projeto Top Secret Alpha por causa de produtos concorrentes como o Dodgeball. O nome original do produto foi “twttr” inspirado pelo Flickr e pelo fato de que a SMS americanas tinham como padronização de códigos de cinco dígitos. O código do protótipo era “10958″. Mais tarde mudou para “40404″, para facilidade de uso e memorização.

@Dom monitorava todos no sistema. Inicialmente havia uma página admin de onde podia ver todos os usuários. Como Chefe de Qualidade da empresa, ele precisava verificar sugestões ou problemas dos usuários. Isso causou confusão porque, de repente, os familiares dos funcionários eram seguidos por @Dom e nem sabiam quem era ele. Com isso nasceram as contas privadas. @Jack e @Florian criaram um meio para que os usuários marcassem sua própria conta privada, e os administradores tinham a capacidade de dizer quem queriam que fossem privados e que não desejavam seguir. Na verdade, a conta privada e segura entrou um pouco mais tarde. Havia cerca de 100 usuários quando contas privadas foram inventadas.

O modelo de interação e metáfora visual para o serviço estavam em constante evolução. O significado de ter alguém “Friend” versus ter alguém “Following” mudava regularmente. Nesse ponto, você poderia obter todas as mensagens SMS ou não obter nenhuma. Não houve um Twictionary então os dados no sistema eram referenciados como “posts” e “mensagens”. A falta de uma terminologia clara levou a alguns debates que perduraram a primavera de 2006.
O Twttr Beta foi lançado no aniversário de @Ev. O círculo de pessoas que podiam usar o serviço foi ampliado, mas nada de incluir gente de outras grandes empresas (com algumas exceções confiáveis dentro de lugares como o Google). Todos eles sabiam que iam mudar o mundo com essa coisa que ninguém compreendia. Veja o vídeo da festa de aniversário naquele dia:
Entretanto, o Odeo e sua diretoria encontravam-se em uma grande tensão pois o valor da empresa caía mensalmente. Cortes drásticos foram recomendados. No início de Maio de 2006, @Ev deixa quatro da equipe irem embora: @Adam, @ TonyStubblebine, @Dom e @Rabble. Mais tarde @TimRoberts e @Noah foram convidados a sair da empresa também. Foi uma decisão difícil e de grande choque para todos. O Twitter os permitiu ficarem ligados. Afinal, o site não tinha nem sequer público ainda, mas para cada um deles tinha valor pois era usado uns com os outros.

Durante esta transição, Twttr.com foi lançado ao público. Ainda assim, muito poucas pessoas compreenderam o seu valor: para que usar SMS no Twttr? Quem iria querer saber o que você fazia? Cada programador então tornou-se uma espécie de envangelizador para conseguir usuários para o Twttr, incentivando seus colegas e amigos a usá-lo. Neste ponto, Obvios Corp nasceu como uma incubadora tendo como seu único projeto o Twttr.
@Jack ainda era apenas um engenheiro, e o serviço tinha apenas alguns meses de vida quando o domínio Twitter.com foi adquirido e o serviço relançado com o nome que conhecemos até hoje. Naquele tempo, não havia limite de caracteres no sistema. Mensagens com mais de 160 caracteres (o limite de tamanho padrão de SMS) foram divididos em vários textos e entregues sequencialmente. Houve outros bugs, na montagem da SMS. A equipe decidiu colocar um limite no número de caracteres que iria sair através de SMS para cada post. Estabeleceram em 140 caracteres, a fim de deixar espaço para o usuário e os dois pontos na frente da mensagem. Em Fevereiro de 2007 @Jack escreveu algo que inspirou @Dom a começar a escrever um livro:
“Podemos mudar o mundo com cento e quarenta caracteres.”

O tempo passa. O Twitter ia ser exibido na SxSW. @RayReadyRay mexia em um visualizador feito em Flash para exibição nas salas de conferência. @Dom achou um bug pouco antes de começar o exibição e conversou com @Jeremy e @Biz por telefone. Tudo milagrosamente funcionou a tempo das pessoas que foram selecionadas nas sessões começaram a ver os seus comentários flutuando na tela.
A partir daí foi correr pro abraço:

1: Twitter ganhou um prêmio na categoria Blog, e @Jack agradeceu a todos no 140 caracteres.Boom
3: Apple WWDC 2007, TV ,mídia impressa e notícias na Tv a Cabo.

@Jack tornou-se o CEO de recém formada Twitter, Inc..
Algumas pessoas ainda não utilizavam o Twitter, mas, pelo menos, já tinham ouvido falar sobre isso. Foram criados feeds, permalinks e integração com mensagens instantâneas. Cada nova funcionalidade significava mais usuários.
Hoje ele conta com 6 milhões de usuários e só perde para MySpace e Facebook em crescimento.

E para quem quiser aqui está meu twitter é @Adriano_no. É só me seguirem

domingo, 7 de junho de 2009

Estratégias de Barack Obama

Coluna: Livros
A Estratégia de Barack Obama.
As lições em um projeto vencedor que podem ser aplicadas aos negócios.

O que os líderes de negócios podem aprender com a então improvável vitória de Obama? Este livro mostrará todas as respostas e fatores que fizeram dessa vitória um dos acontecimentos mais marcantes no campo da gestão/administração moderna. A obra traz, por exemplo, o papel das redes sociais na consolidação da vitória, as lições de gestão e gerenciamento (tempo, dinheiro, risco etc.) e o papel da quebra de paradigmas na vitória. Leitura indispensável!

Numero de Páginas: 184

Como funciona a Caixa Preta ?

Entenda como funcionam as caixas-pretas de um avião

Dispositivo resiste a fogo, água, impacto e pressão.
Falta de energia elétrica não atrapalha gravação de informações.



Continuando na onda da noticia mais comentada da semana, a queda do avião Airbus A330, vamos entender melhor como funciona a famosa Caixa-Preta.
Apesar de provavelmente estar em uma área de grande profundidade no oceano, a caixa-preta do Airbus da Air France que caiu no Atlântico deve ter sobrevivido ao impacto e ter seus dados intactos. O dispositivo é feito para suportar a pressão de até seis quilômetros de profundidade.
Mesmo no caso de uma pane elétrica, a caixa preta continuaria registrando dados. A caixa-preta tem uma bateria própria, que é acionada quando ela se solta do avião ou quando ele apresenta uma pane elétrica. Assim ela continua registrando dados até o momento de um eventual impacto.

O que chamamos de “caixa-preta”, na verdade, são duas caixas separadas de cor laranja. Em uma ficam gravados os dados do voo, como altitude e velocidade. Na outra, ficam registradas as comunicações feitas no cockpit.

Os dados são gravados em múltiplas cópias em chips, guardados em um cilindro de aço ou titânio. Para minimizar o impacto, eles são protegidos por borracha de silicone. Para proteger as informações são colocados isolantes térmicos e contra água.

A caixa-preta é muito resistente. Ela aguenta altas temperaturas, um forte impacto, pode ficar submersa e seus dados continuarão intactos

Depois do impacto, o dispositivo é programado para emitir um sinal para que possa ser localizado por até 30 dias. O sinal do avião da Air France ainda não foi encontrado.

Seria difícil construir uma caixa-preta tão resistente e capaz de flutuar. “Ela é muito pesada”, afirma. Além disso, se ela flutuasse, seria levada pelas correntes marítimas -- dificultando sua localização.
Não sou especialista, mas acredito que seria muito mais eficiente se a Caixa-Preta flutuasse, e se ao invez de um emissor de sinal, tivesse um chip GPS dentro, assim seria muto mais facil rastreá-la. Vou procurar saber o PORQUE ela não possui essas facilidades,, se eu descobrir eu escrevo aqui.

sábado, 6 de junho de 2009

Mercado de Seguros contra Acidentes Aéreos : Airbus A 330

Entenda como funciona o mercado de seguros contra acidentes aéreos Empresas fazem apólices tanto para a aeronave quanto para as vítimas. No Brasil, governo exige 'seguro obrigatório', de liberação mais rápida.





O mercado de seguros para empresas de transporte aéreo de passageiros está, segundo especialistas, entre os que envolvem as maiores quantias para indenizações.


A liberação dos valores das apólices geralmente envolve um “pool” de empresas, responsáveis por diferentes coberturas, fator que pode tornar o processo de indenização mais lento.


De acordo com Gustavo Cunha Mello, professor da Escola Nacional de Seguros e especialista no setor aeronáutico, no caso de vítimas fatais de acidentes aéreos, a indenização geralmente é calculada com base na renda e na expectativa de vida do passageiro. Portanto, quanto maior a renda em vida, maior será o seguro a ser recebido pela família da vítima.

Existe, entretanto, um valor-limite internacional, atualmente pouco abaixo de US$ 400 mil por passageiro, definido pela Convenção de Varsóvia, da qual o Brasil é signatário.


Geralmente, segundo Mello, os acordos oferecidos pelas companhias aéreas se baseiam nesse valor. Associações de vítimas de acidentes aéreos do país dizem, porém, que é possível conseguir indenizações superiores na Justiça.

Para o professor, o recebimento de uma indenização vai ter que passar necessariamente pela Justiça – no caso do acidente da Air France, esse processo deve incluir ações também ações em tribunais franceses.


“Se aceitar o acordo, a família não precisa entrar na Justiça, mas esse acordo terá de ser celebrado na Justiça, na frente de um juiz”, explica o especialista.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

A História da empresa Nike - Just do It.



Empresa: NIKE Inc. Faturamento: 16 Bilhões de Dólares 30 mil funcionários

A verdadeira empresa nasceu em 1972 através de um treinador de atletismo universitário, Bill Bowerman e seu sócio Phil Knight, que efetuaram várias experiências com a torradeira elétrica na casa de Bill, usando materiais como cimento, borracha a fim de descobrir uma sola melhor adaptativa a performance desportiva e ao bem estar. Com resultados bastante satisfatórios, começou a ser-lhe cobiçados, cada vez mais e mais pares, assim se fez a Blue Ribon Sports, que mais tarde vinha a se chamar Swoosh e mais tarde Nike (inicialmente uma linha da marca Swoosh).
A empresa tirou seu nome da deusa grega da vitória, Niké.



O chamado Swoosh, logomarca tão popular é um desenho gráfico criado por Carolyn Davidson em 1971 e vendido por apenas U$35 à empresa.

A Nike é a Líder mundial em vendas de material esportivo e na Europa a segunda maior, perdendo apenas para a alemã Adidas / Reebok em países como França, Espanha e Alemanha e na Grã-Bretanha perdia para marca local Umbro., mas a Nike compou em 2007 a Umbro por 580 milhões de dólares

Reebok foi adquirida pela Adidas em 2005 em busca do mercado perdido para a Nike.
Jogadores

A Nike patrocina muitos jogadores de futebol, basquetebol entre outros esportes. A sua principal fonte de propaganda é sem dúvida o jogador de futebol Ronaldo, que foi o primeiro jogador de futebol do mundo, a ser patrocinado pela empresa Nike.
 O primeiro atleta a ter um contrato com a nike foi o jogador de basquete Michael Jordan, que hoje a própria Nike fabrica acessorios esportivos da linha Air Jordan.
 
Steve Jobs - ( APLE,  NIKE)

A Nike em 2006 fez um feito para concorrer com suas rivais Adidas, Mizuno e Asics. Lançou o Nike+ para concorrer com o Adidas1.1. Para isso, foi firmada uma parceria com a Apple, usando seu modelo mais popular de iPod, o iPod Nano. O aparelho monitora as passadas e performace do usuário e as registra no computador para que possam ser comparadas. Além disso, a Nike, introduziu uma linha de camisas projetadas com bolsos especiais na manga ou no tronco com as dimensoes do pequeno aparelho da Apple. Entretanto para concorrer com a dobradinha, no início de 2008 a Samsung e a Adidas se uniram para criar o primeiro rival da tecnologia Nike+iPod, que permite aos seus usuários integrar seu calçado ao seu tocador portátil na hora de fazer exercícios e avaliar seu desempenho. A resposta da Samsung foi batizada de miCoach, um sistema que combina o telefone miCoach com um monitor de batimento cardíaco e um sensor que dá respostas precisas sobre atividades físicas. Será permitido transmitir dados para o website miCoach.com, que ajudará no planejamento de exercícios. A Sony Ericsson também passou a equipar sua linha Walkman(W), com acelerometros e aplicativos em prol de monitorar as passadas de seus usuários. Para manter a competitividade ante aos concorrentes a Nike e Apple acabam de lançar uma pulseira chamada Nike+ SportBand, na qual a presença de um iPod Nano se faz desnescessária, além de uma opção mais em conta.

A GM Faliu ?

GM pede concordata nos Estados Unidos
Colapso de montadora é a maior quebra da história industrial do país.
A Maior montadora americana, GM, pediu concordata no Estados Unidos com dívidas que somam 173 bilhões de dólares, o governo apoiou e se tornará dono de 60% da empresa, porém não tem interesse em administra-la, outra parte, cerca de 12,5% ficara cm o governo canadense, 17,5% com o sindicato e 10% com os credores.
A empresa que chegou a ser a maior empresa do mund e hoje é a segunda maior do setor, perdendo somete para a Toyota, vem caino dese os anos 80.
Será feito um pacote de 30 bilhões de dólares para recuperar a empresa somando cerca de170 bilhoes já aplicados pelo governo norte-americano.
Haverá mais de 20 mil demissões e 12 fábricas fechadas no país.


O presidente Barack Obama dará uma entrevista coletiva à imprensa nesta tarde, detalhando o futuro da GM. Em seguida, o diretor executivo da empresa, Fritz Henderson, deve falar com os jornalistas. A montadora, que já recebeu US$ 20 bilhões em ajuda do governo desde o ano passado, afirmou em um comunicado que suas dívidas somam US$ 173 bilhões. Atualmente, a GM emprega 173 mil pessoas nos Estados Unidos, Canadá e México. É possível que a GM feche fábricas em vários países, ameaçando a existência das subsidiárias Pontiac, Saturn, Hummer e Saab - a última marca da GM na Europa.
O braço europeu da montadora provavelmente ficará de fora do pedido de concordata, depois de uma oferta feita pela fabricante de autopeças canadense Magna International pelas marcas europeias da GM, Opel e Vauxhall. A empresa deve sair da concordata dentro de 60 a 90 dias.

O pedido de concordata da GM seria o terceiro maior do tipo na história dos Estados Unidos, depois do colapso do banco Lehman Brothers e da gigante de telecomunicações WorldCom.


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